domingo, novembro 11, 2012

Os Povos Asiáticos

Os Povos Asiáticos

A população do imenso continente asiático corresponde a mais da metade do gênero humano. Nela estão representados os principais troncos étnicos, que se distribuem pelo espaço continental de modo muito complexo. Do ponto de vista antropológico, existem na Ásia três grandes áreas claramente diferenciadas. De um lado encontra-se o sudoeste asiático, ocupado principalmente por povos turcos, irânicos ou iranianos e semitas. De outro se coloca o resto do continente, no qual a cordilheira do Himalaia estabelece uma fronteira aproximada entre duas grandes áreas antropológicas: no sul e no oeste, o mosaico étnico da Índia e os países indianizados; no norte e no leste, as diversas variantes do tronco racial mongolóide.
O interior da Ásia foi o núcleo primitivo de povos que, no decorrer dos séculos, invadiram sucessivamente as terras do leste, do sul e do oeste do continente. Refugiados em lugares montanhosos ou selváticos, encontram-se remanescentes de povos muito antigos, sobreviventes em meio às grandes massas humanas caucasóides (raças brancas) ou mongolóides (raças amarelas). Os negróides da Índia, do Sri Lanka (Ceilão), de Formosa (Taiwan) e da Insulíndia (ilhas a oeste da Nova Guiné, ao norte da Austrália e ao sul do mar da China Meridional), assim como a ínfima minoria branca do Japão, os ainos, entre a maioria de raça amarela, atestam que as etnias mais numerosas e representativas da Ásia ocupam suas atuais regiões físicas em conseqüência de migrações relativamente recentes, em muitos casos posteriores à pré-história.
Os chineses chegaram a seu atual território invadindo-o a partir da Ásia central. Através da Coréia, os povos mongolóides ocuparam o arquipélago japonês. Os povos arianos da Índia procedem das terras situadas no noroeste do subcontinente. Birmaneses e siameses se deslocaram dos territórios meridionais do Tibet e da China para o sul e o sudoeste. Turcos e mongóis chegaram há apenas alguns séculos, em invasões procedentes da Ásia central, aos lugares onde estão fixados atualmente. Povos mongolóides originários do continente se estabeleceram nas grandes ilhas da Insulíndia em épocas não muito remotas, onde se misturaram pouco a pouco com as etnias primitivas. Todos os fluxos de população mencionados fazem parte de um movimento centrífugo - do interior da Ásia para as áreas costeiras e as ilhas - que se manifestou durante muitos milênios no continente, embora tenham existido migrações de menor importância em sentido contrário.
Sudoeste da Ásia - A região situada entre a costa do Mediterrâneo e o mar Vermelho, a oeste, o rio Indo, a leste, o oceano Índico, ao sul, e as estepes da Ásia central, ao norte, é considerada o berço da civilização, já que em suas férteis terras irrigadas foram praticadas pela primeira vez a agricultura e a domesticação de animais.
Duas sub-regiões étnicas encontram-se claramente diferenciadas. No norte, a sucessão de planaltos e cordilheiras que constituem a península da Anatólia, as terras próximas ao Cáucaso, o Irã e o Afeganistão é habitada fundamentalmente por povos de estirpe indo-européia; povos irânicos vivem no planalto iraniano e no Afeganistão, enquanto na Anatólia o elemento turco - de cujas características raciais se falará adiante -, se superpõe a uma base étnica mediterrânea. Na península arábica, ao contrário, a etnia predominante é a semita, com grande maioria árabe e o pequeno enclave hebreu de Israel.
Os povos turcos são recentes na região. Vieram da estepe fria da Ásia central no começo do segundo milênio da era cristã, empurrados pelas invasões mongóis. Mais tarde, misturados às etnias mediterrâneas e armênicas que já povoavam a Anatólia, chegaram a constituir a base étnica fundamental dessa península.
Povos do Cáucaso - O Cáucaso é uma região etnicamente muito complexa, na qual, ao lado de povos irânicos - como os curdos, que se estendem por zonas da Turquia, Irã, Iraque e Síria -, coexistem turcos e tártaros, de implantação posterior. Os povos caucasianos mais antigos apresentam numerosas diferenças lingüísticas e culturais.
Desde épocas muito remotas, o povo armênio, indo-europeu, habitava as zonas próximas ao monte Ararat. Muito reduzida em sua região de origem, os armênios habitam hoje, além da Armênia, países como a Geórgia, onde seus membros vivem como imigrantes.
Hindustão - A complexidade étnica do subcontinente indiano é proverbial. O sul da Índia é ocupado por povos dravídicos, de pele escura mas com traços faciais muito semelhantes aos dos europeus. O norte, ao contrário, é povoado por arianos indo-europeus, de tez progressivamente mais clara no norte e no noroeste, onde se observa o elemento irânico. Deve-se ainda levar em conta a influência tibetana, que se faz sentir nas proximidades do Himalaia, e a presença de relíquias de etnias primitivas, hoje quase diluídas nas anteriores. Entre essas etnias estão os vedas das montanhas do Sri Lanka e os grupos mundas das montanhas e selvas do continente.
Acredita-se que as planícies do Indo e do Ganges tenham sido habitadas primitivamente por povos mundas, enquanto os drávidas ocupavam toda a península hindustânica. Povos dravídicos devem ter sido os criadores das grandes civilizações do Indo, contemporâneas das mesopotâmicas. Em meados do segundo milênio antes da era cristã ocorreram as arrasadoras invasões arianas, que eliminaram quase por completo os mundas, confinando-os às zonas mais inacessíveis, e pressionaram os povos dravídicos para o sul, embora em muitos pontos se tenha produzido uma fusão. No Sri Lanka, os arianos obrigaram os vedas a se refugiarem nas montanhas. Muito mais tarde, uma minoria dravídica se instalou naquele país insular.
Norte e leste do Himalaia - O tronco racial mongolóide se caracteriza por traços físicos muito particulares: a pele é amarelada, embora de tom muito variável; o cabelo é grosso, liso e negro e a pilosidade facial e corporal, muito escassa. As extremidades costumam ser relativamente curtas em comparação com o tronco. No rosto destacam-se os pômulos salientes, o nariz achatado e os olhos, aos quais a presença da característica dobra mongólica (epicanto) dá a aparência de oblíquos.
Os povos de raça mongolóide ocupam majoritariamente a Ásia, no norte e no leste do Himalaia. Do norte para o sul, distinguem-se no continente asiático três sub-raças principais: mongolóides do norte, do centro e do sul. Em geral, na sub-raça do norte a tez costuma ser mais clara e a estatura e corpulência, superiores.
Insulíndia - Os povos mongolóides do sul se estendem pelo sul do Tibet e da China, Indochina, Insulíndia e Filipinas. Nas grandes ilhas, os povos mongolóides se superpuseram aos habitantes primitivos, protomalaios, de tez escura e cabelo crespo; com o tempo, confundiram-se as características físicas de uns e de outros, o que resultou no tipo racial malaio, de rosto achatado, lábios grossos e cabelo liso, além do característico tom azeitonado da pele. Nas ilhas mais afastadas do continente e menos povoadas ainda existem povos protomalaios: dayak de Bornéu, igorot das Filipinas, batak de Sumatra etc.
Indochina - A população que ocupa as planícies do Vietnam é de características raciais mongolóides e de civilização chinesa. Nas montanhas, ao contrário, vivem povos mongóis no norte e proto-indochineses, de cor acobreada, no sul. O Camboja é habitado por povos khmer, muito indianizados.
No começo da era cristã, as fronteiras meridionais dos povos mongolóides só chegavam até as planícies do norte do Vietnam. Os birmaneses e tailandeses desceram do Tibet e do Yunnan, no sul da China, até ocuparem seus atuais territórios, respectivamente Myanmar (Birmânia) e Tailândia, depois do século XI.
Povos mongolóides do centro: China, Japão, Coréia. O Extremo Oriente caracteriza-se pela grande homogeneidade étnica. A população é de raça mongolóide, com as pequenas exceções do enclave japonês dos ainos e de alguns povos de pele escura das montanhas de Formosa. Supõe-se que os ainos sejam descendentes dos primitivos povoadores caucasóides que ocuparam as ilhas japonesas numa migração pré-histórica e foram artífices da antiqüíssima cultura Jomon. Invasões mongolóides procedentes da Coréia teriam completado a atual configuração étnica japonesa, poucos séculos antes da era cristã.
A influência da cultura chinesa foi predominante nessa região. Além disso, por sua posição geográfica, a China serviu de ponte entre o Japão e a Coréia e o resto do continente, transmitindo-lhes, entre outros elementos de cultura, o budismo. No plano lingüístico, porém, o japonês e o coreano constituem um bloco claramente diferenciado.
Ásia central - A extensa região de estepes e desertos que se estende pelo coração do continente, do mar Cáspio até a Manchúria, é habitada por duas etnias principais: no oeste, o Turcomenistão russo e chinês é território de diversos povos turcos, quirguizes, usbeques, turcomanos, tártaros e outros. A etnia turco-tártara, ou turaniana, caracteriza-se pelo rosto largo e os pômulos salientes, pelo que foi freqüentemente incluída entre as etnias mongolóides. Contudo, os turcos carecem de dobra epicântica nos olhos e têm mais pêlos faciais e corporais do que os mongolóides. Essas características justificaram a tese que afirmava ser a turaniana uma etnia de contato entre os grandes troncos raciais mongolóide e caucasóide.
A parte oriental da Ásia central, a Mongólia e, ao sul, o planalto do Tibet são habitados por povos mongolóides. Os do planalto tibetano têm pele mais escura que a dos chineses e em muitos casos seus olhos carecem de epicanto. Com freqüência apresentam traços pré-mongolóides, sem dúvida herdados de etnias menos diferenciadas que a mongolóide propriamente dita, dentro da qual se subsumiram.
Ao longo dos séculos, turcos e mongóis foram povos pastores nômades que, graças à domesticação do cavalo, tinham grande facilidade de deslocar-se em massa por milhares de quilômetros, através das estepes. Em repetidas ocasiões, esses povos invadiram o império chinês pelo sul e pelo leste, os impérios persa e bizantino pelo oeste e também o norte da Índia.
Povos da Sibéria - As condições rigorosas do clima siberiano tornam pouco apropriados à fixação humana os territórios do norte da Ásia. Mesmo assim, a Sibéria tem sido povoada, ainda que escassamente, desde o fim da última glaciação.
A maior parte da população siberiana, concentrada nas cidades e nas redondezas das vias de comunicação, é russa, chegada da Europa nos últimos 150 anos. No entanto, são muitos os povos nativos que ainda persistem. Os mais numerosos são os samoiedos, que ocupam o noroeste da Sibéria; os tungues, povos que provavelmente tiveram origem nas margens do lago Baikal, e os iacutos, do grupo turco, chegados da Ásia central em épocas relativamente recentes. No extremo leste da Sibéria vivem os povos mais antigos da região, os paleossiberianos, de caracteres étnicos mongolóides pouco diferenciados, junto com os esquimós do mar de Bering.
Os povos manchus, aparentados com os tungues, são hoje uma minoria em seu país, a Manchúria, majoritariamente habitada por imigrantes chineses.

quinta-feira, novembro 08, 2012

Imagem do Dia!!!



 

Não subestime ninguém hoje. Amanhã essa mesma pessoa poderá ser o homem mais poderoso do mundo.

domingo, novembro 04, 2012

Rede Isaac Newton - Exercícios de Fixação para 7º ANO

TEXTO


REGIÃO SUDESTE
QUADRO NATURAL E HUMANO
Relevo e Hidrografia
Altitudes mais elevadas e acidentes mais acentuados do Planalto Brasileiro;
Serra do Mar e da Mantiqueira – elevações paralelas que constituem a borda dos planaltos e serras Leste-Sudeste;
Vale do Paraíba ao centro Serras do Mar e Mantiqueira: importante eixo econômico da região;
Quanto à estrutura geológica:
Parte leste e oeste são diferentes:

Parte Leste:
Rochas cristalinas que formaram as Serras e Chapadas do Atlântico Leste-Sudeste
Os rios que descem em direção ao litoral (Rio Doce e Rio Paraíba do Sul) recortam profundamente a encosta do planalto;
O intemperismo modelam as elevações, produzindo formas arredondadas.
Parte Oeste:
Rochas sedimentares, sobre elas extensos lençóis de rochas vulcânicas (sobretudo basalto – principalmente no estado de SP) que correspondem a uma parte dos Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná;
Oeste de SP possui formas suaves com superfícies onduladas.
Hidrografia:
Rios importantes originam-se em terras altas e ao escoarem formam corredeiras e quedas d’água aproveitadas para obtenção de energia elétrica;
Complexo Urubupungá (Rio Paraná), hidrelétricas nos rios Tietê, Paranapanema, Paraíba do Sul, Grande ...
Litoral:
Norte: baixo e retilíneo; longa tira de rochas sedimentares que acompanham a costa;
Sul: Serra do Mar – encosta abrupta. Rio de Janeiro é mais afastada e dispõe de uma região litorânea de terras mais baixas – Baixada Fluminense. Em São Paulo escarpamento abupto – Baixada Santista e Baixada do Iguape.
Clima:
Intimamente relacionado com o relevo, predominantemente tropical:
Vegetação:
Relacionada com o clima e relevo;
Originariamente florestal que se dispunha em uma longa fixa junto ao atlântico;
O solo florestal humoso, fértil, foi utilizado para agricultura;
Sudeste Ocidental: lençóis de rochas vulcânicas decompostas – basalto – terra roxa;
População:
1900 até hoje aumentou oito vezes;
SP é o estado mais populoso: 41.252.160 habitantes (CENSO 2010)
População aumenta com os movimentos migratórios;
Ciclo do café;
Fim da escravidão: imigrantes;
SP e RJ – imigração urbana – atraiu sírios, judeus, libaneses;
Migrações internas;
Últimas décadas: economia informal, migrações contrárias;
Urbanização: 2/3 população SE vivem nas cidades;
40% população Brasil vivem nas cidades do SE;
SE abriga as três maiores cidades do país: SP, RJ e BH.
REGIÃO SUDESTE:
Dinamismo econômico
Exerce uma grande influência sobre as regiões vizinhas e todo o território nacional:
Ciclo do Ouro (século XVII)
Ciclo do Café (Século XIX)
Industrialização (século XX)

INDUSTRIALIZAÇÃO:
Razões que explicam a liderança da região SE no processo de industrialização:
Recordando: tipos de indústrias
Indústria extrativa (extração recursos minerais)
Indústria de transformação (matéria prima em bens)
Indústria de bens de produção (siderúrgicas, metalúrgicas, petroquímicas);
Indústrias de bens de capital ( máquinas e equipamentos para outras indústrias)
Indústrias de bens de produção e de bens de capital são denominadas indústrias de base ou indústrias pesadas.
Indústrias de bens de consumo:
- Duráveis: móveis, computadores, eletrônica;
- Não duráveis: bebidas, medicamentos, vestuário
Indústrias de bens de consumo duráveis ou não duráveis são denominadas indústrias leves.
Podem ser classificadas de acordo com o setor de atuação:
construção naval, bélica, aeronáutica;

INDUSTRIALIZAÇÃO:
Razões que explicam a liderança da região SE no processo de industrialização:
Processo de industrialização do Sudeste:
Atividades agrícolas: grande variedade, destaque:
Café:
Um dos mais importantes da nossa exportação;
Antigamente produzido fazendas monocultoras, atualmente é produzido com outras culturas em pequenas e médias propriedades;
Cana-de-açúcar:
SP produz mais que toda região NE;
Algodão:
SP é o maior produtor, 1/3 cabe ao SE;
Fruticultura(destaque para laranja), horticultura, soja e trigo (mais recentes)
A criação de gado
Pecuária bovina: demanda por carne e leite – aumento das cidades;
Áreas esgotadas pela produção de café: pastagem para criação de gado de leite;
Sub-regiões do Sudeste:
1- Sudeste Metropolitano:
Grande SP até grande RJ, passando pelo Vale do Paraíba;
0,5% território nacional, 23% população, 60% valor produção industrial;
ABCD paulista (indústrias automobilísticas e metalurgia),CSN, Vale do Paraíba (informática, eletrônica, farmacêutica, aeronáutica), Baixada Santista (petroquímica e siderúrgica – COSIPA), Região Campinas (material ferroviário, informática e petroquímica);
Agropecuário: Vale do Paraíba: banana e arroz, ao redor da grande SP: cinturões verdes – hortifrutigranjeiros.
2- Oeste Paulista:
Abrange região Ribeirão Preto, Araraquara, Piracicaba, S.J.Rio Preto, Presidente Prudente e Araçatuba;
Moderna e diversificada agroindústria;
Forte pecuária extensiva;
Cultivos comerciais: cana-de-açúcar(álcool), laranja, algodão, milho, soja, café, além da pecuária de corte;
3- Sul de Minas:
Cultivo de café e pecuária leiteira;
Turismo: estâncias hidrominerais: Poços de Caldas(bauxita e urânio), São Lourenço e Caxambu;
4- Triângulo Mineiro:
Cultivo de café, arroz, milho, algodão e soja;
Pecuária extensiva;
5- Norte de Minas:
Área de atuação da ADENE;
Semiaridez- pecuária extensiva e cultivo de algodão;
6- Vale do Ribeira do Iguape
Reserva de Mata Atlântica;
Cultivo de chá e banana;

7- Região Central de MG
Região grande BH e do Quadrilátero Ferrífero;
Siderurgia (Usiminas, Belgo-Mineira...)
Extração recursos minerais(ferro e manganês);
Indústria automobilística Fiat(Betim) e Refinaria Gabriel Passos (Betim).
8- SE Oriental
ES, norte RJ e Zona da Mata MG;
Zona da Mata MG: cultivo de café, cana e pecuária leiteira;
Norte RJ: cana;
ES: cacau e café;
Produção de Petróleo: Bacia de Campos(RJ) e Bacia de Santos(SP);
Siderurgia: Vitória - ES

Exercícios

1 - A região Sudeste é considerada  a mais desenvolvida e industrializada, chegando a ser classificada, em alguns pontos, como uma cidade mundial. Porém, muitas vezes, apresenta aspectos que contradizem essa realidade maravilhosa. Diante disso, pode-se afirmar que nessa região existe igualdade social e cidadania para todos? Justifique sua resposta com dois exemplos convincentes. 

2 - O Sudeste reúne as três principais metrópoles brasileiras, por isso, é considerada a mais importante região do país. Considerando essa afirmativa, apresente três características econômicas, que fazem dessa região o principal centro econômico do Brasil. 

3 - O Sudeste brasileiro é considerado o lugar mais populoso e povoado do país. Isso se deve aos fatores históricos que determinaram a atração populacional e o crescimento das cidades nessa região. Sendo assim, apresente o principal motivo responsável por essa grande concentração populacional na região Sudeste, levando em consideração o processo de industrialização brasileiro ocorrido nos últimos cinqüenta anos.  

4 -   A atividade industrial brasileira ganhou enorme impulso, a partir das indústrias de base. No nosso caso a Companhia Siderúrgica Nacional – CSN – representou um marco no processo de industrialização brasileiro. A partir dessas informações explique sobre a importância das indústrias siderúrgicas para que um parque industrial funcione adequadamente, levando em consideração o tipo de produto elaborado pela siderurgia, em relação às demais indústrias de um país.