Moçada!!!
Existe um vídeo sendo veiculado na Grande Rede que me assusta por uma série de fatores.
Cuidado com o que uma série de artistas vende como informação una e verdadeira quando os mesmo não as informam de maneira correta. Fiquei assustado com o grau de desinformação veiculada no Vídeo Gota D'água que fala contra a construção da Usina de Belo Monte.
Aliás, que me perdoem os papagaios de pirata de plantão, que nasceram para propagar lixo pela boca ou pelos dedos (atualmente), mas, divulgar um vídeo, em que, os vulgos artistas de bunda grande ou de frases engraçadinhas, propagam contra algo que eles nem mesmo conhecem, é de uma irresponsabilidade com este país sem tamanho.
Tem uma "atriz" que faz um pedido no meio do vídeo que me parece no mínimo hipócrita: "Precisamos ficar atentos ao Brasil" Jura? é o mesmo que dizer: "Naquele acidente tinha um ferido tendo uma hemorragia de sangue" - Ah, não me venha com churumelas - Tem atriz que passou a lutar contra violência no Rio depois que teve o filho assassinado, o mesmo filho que estava andando de skate em local proibido e que ninguém fala sobre isso.
Ontem assistindo Saia Justa, programa da Mônica Waldivogel (que, diga-se de passagem, é uma excelente jornalista), fiquei surpreso por sua postura crítica, quando a mesma disse: Por favor, artistas, não paguem mico comprando a idéia de algo que vocês não conhecem. Ai senti um alívio tremendo, pois percebi que eu não era o único a perceber o absurdo que estava sendo veiculado como verdade.
Posso assegurar a vocês que essa indignação não passa de uma farsa promovida por um grupo político que não aceita que o Brasil cresça. Existem órgãos governamentais neste país que funcionam, e um deles, é o IBAMA, que concedeu a licença para construção da Usina.
Vejo pessoas cuspirem proteção aos indígenas, faça-me o favor, o fato é que vocês só lembram-se dos indígenas quando é interessante ter um papel em uma das novelas ridículas que vocês fazem. Não tente subestimar minha inteligência, pois a vida não é uma novela de Manoel Carlos.
O mesmo grupo político que hoje pressiona o governo, colocando os grupos sociais contra a construção da Usina, são os que começaram tudo isso, que inclusive foram ameaçados pelos índios. Indígenas, que inclusive, votaram a favor da construção da usina, através da FUNAI, órgão que os representa. O governo FHC de forma covarde, como sempre foi de praxe, deixou a bomba para o governo Lula decidir, e hoje os mesmos membros criticam a sua construção e contratam atores, que nem sabem o que estão dizendo, para defender uma idéia que contraria a evolução. No mínimo muito estranho.
A minha dica é, quando disseminarem algo como este vídeo, busquem analisar quando o mesmo é feito por alguém que, de fato, conheça sobre o assunto, que lhes garanto não é o caso do vídeo. A persistência do governo em construir esta Usina parte do pressuposto geomorfológico tendencial da margem direita da bacia Amazônica, que por estar em uma área de transição entre planície e planalto central, possui declividades propícias a geração de energia. Aliás, este tipo de matriz energética, faz com que o Brasil tenha uma rede de captação de energia mais seguras do planeta.
Existem sim, energias mais "limpas" que as hidrelétricas. Papagaios de Pirata defendem a Energia Eólica, outros a Solar, eu também as defendo, mas, afirmo, elas não vão solucionar os problemas de geração de energia no Brasil nem a curto, nem a médio prazo. Muito pelo contrário. Não estamos no ártico, onde a possibilidade de captação de energia através da água é impossível e a única solução é a energia eólica. Estamos no Brasil, onde vivem mais de 195 milhões de habitantes e grandes pólos industriais que precisam ser abastecidos de forma segura, para que não ocorra a queda da produção.
Tem índio fatiando terra indígena no Xingu, derrubando árvores e plantando soja, isso não é impacto ambiental não???
Esse texto, não é um "soco" aos indígenas, e sim a vergonha de ter no país artistas que não são capazes nem de se informar antes de vender uma idéia. A mesma coisa de eu vender um produto e não saber o nome da marca.
Mais uma vez lhe digo: Cuidado, não propague na NET algo que não é bem fundamentado, pólo de desinformação, ou de mero interesse escuso de uma política canalha e sem a mínima preocupação com o que, de fato, acontece no Brasil.
Flávio Bueno - Geógrafo
domingo, novembro 27, 2011
sábado, novembro 26, 2011
terça-feira, novembro 22, 2011
Região Sul - REVISÃO 6º ANO ISAAC NEWTON
Região Sul


Chimarrão
Barreado
Oktoberfest
REGIÃO SUL

ÁREA TOTAL: 577.214 km2. POPULAÇÃO: 25.107.616 (Censo 2000. Corresponde a 14,78 % da população brasileira).
Estado | Área (km2) | População (2000) | Capital | População (2000) |
Paraná (PR) | 199 709 | 9 563 458 | Curitiba | 1 587 315 |
Santa Catarina (SC) | 95 443 | 5 356 360 | Florianópolis | 342 315 |
Rio Grande do Sul (RS) | 282 062 | 10 187 798 | Porto Alegre | 1 360 590 |
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E CLIMÁTICAS
É a menor das 5 regiões brasileiras. Quase toda a região, exceto o norte do Paraná, fica abaixo do Trópico de Capricórnio. Predomina o clima subtropical, com quatro estações claramente definidas. No inverno, a temperatura pode cair abaixo de -1 grau Celsius nas regiões mais altas, podendo haver queda de neve, como nas cidade de São Joaquim (SC), Canela e Gramado (RS). As araucárias (pinheiro-do-paraná), abundantes no passado, ainda existem em alguns pontos do planalto no Paraná e em Santa Catarina. Nas porções sul e oeste do RS predominam os campos naturais (os pampas, como na Argentina e Uruguai). A Mata Atlântica também ocorre na região, desde a costa do PR ao sul de SC. Na costa paranaense, a Mata Atlântica está protegida no Parque Nacional de Superagüi, que se conecta ao ecossistema de matas e pântanos da Juréia, no estado de São Paulo.
A zona costeira - o pequeno litoral do Paraná se abre naturalmente, formando a baía de Paranaguá, que é pontilhada de ilhas e ilhotas. Uma das mais conhecidas é a Ilha do Mel, que está sendo gradualmente dividida em duas devido à força das ondas. No litoral do Paraná se situa o porto de Paranaguá, importante para a exportação de grãos (especialmente soja) e um dos mais importantes portos brasileiros. Em Santa Catarina, a costa é menos recortada, destacando as ilhas de Santa Catarina (onde está a capital do estado, Florianópolis) e a de São Francisco (onde está a cidade de São Francisco do Sul). Santa Catarina tem quatro portos importantes: São Francisco de Sul e Itajaí (ao norte), e Imbituba e Laguna (no sul). No Rio Grande do Sul, o litoral é escarpado na cidade de Torres, a principal cidade praiana do estado. Para o sul predominam extensas praias de águas frias, com dunas de areia e grandes lagoas, como a Lagoa dos Patos e a Lagoa Mirim (esta última na fronteira com o Uruguai), formadas pelo fechamento natural de áreas costeiras por grandes dunas. Esta zona costeira tem pouca população, e quase não tem estradas. Destacamos nesta região a cidade de Rio Grande, com 178.256 habitantes, situada próxima ao canal natural que une a Lagoa dos Patos ao mar. Esta paisagem (dunas, brejos) continua até o Arroio Chuí, na fronteira com o Uruguai.
O planalto - No planalto do Paraná, a uma distância de 80 km do litoral, está a capital do estado, Curitiba, e sua região metropolitana. No planalto de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul destacamos as cidades de colonização alemã (como Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul) e italiana (como Garibaldi), e seus atrativos turísticos. Em cidades como São Joaquim, Urubici e Lajes (em Santa Catarina), ou Canela e Gramado (no Rio Grande do Sul) pode nevar no inverno. A produção brasileira de maçã, uva para vinho e pêssegos se concentra em pequenas propriedades desta zona.
A zona costeira - o pequeno litoral do Paraná se abre naturalmente, formando a baía de Paranaguá, que é pontilhada de ilhas e ilhotas. Uma das mais conhecidas é a Ilha do Mel, que está sendo gradualmente dividida em duas devido à força das ondas. No litoral do Paraná se situa o porto de Paranaguá, importante para a exportação de grãos (especialmente soja) e um dos mais importantes portos brasileiros. Em Santa Catarina, a costa é menos recortada, destacando as ilhas de Santa Catarina (onde está a capital do estado, Florianópolis) e a de São Francisco (onde está a cidade de São Francisco do Sul). Santa Catarina tem quatro portos importantes: São Francisco de Sul e Itajaí (ao norte), e Imbituba e Laguna (no sul). No Rio Grande do Sul, o litoral é escarpado na cidade de Torres, a principal cidade praiana do estado. Para o sul predominam extensas praias de águas frias, com dunas de areia e grandes lagoas, como a Lagoa dos Patos e a Lagoa Mirim (esta última na fronteira com o Uruguai), formadas pelo fechamento natural de áreas costeiras por grandes dunas. Esta zona costeira tem pouca população, e quase não tem estradas. Destacamos nesta região a cidade de Rio Grande, com 178.256 habitantes, situada próxima ao canal natural que une a Lagoa dos Patos ao mar. Esta paisagem (dunas, brejos) continua até o Arroio Chuí, na fronteira com o Uruguai.
O planalto - No planalto do Paraná, a uma distância de 80 km do litoral, está a capital do estado, Curitiba, e sua região metropolitana. No planalto de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul destacamos as cidades de colonização alemã (como Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul) e italiana (como Garibaldi), e seus atrativos turísticos. Em cidades como São Joaquim, Urubici e Lajes (em Santa Catarina), ou Canela e Gramado (no Rio Grande do Sul) pode nevar no inverno. A produção brasileira de maçã, uva para vinho e pêssegos se concentra em pequenas propriedades desta zona.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
A população do sul do Brasil se concentra em uma zona de 100 km de largura da costa para o interior. Nesta zona estão as cidades de Curitiba, Florianópolis, Itajaí, Joinville, Porto Alegre e Rio Grande. Fora desta zona, podemos ainda mencionar:
No Paraná: as cidades de Londrina (421.343 habitantes), Maringá (268 mil) e Foz do Iguaçu (231.627 habitantes).
Em Santa Catarina, a cidade de Lajes (no planalto, com 148.680 habitantes).
Rio Grande do Sul: Santa Maria (300 mil habitantes), São Borja, Uruguaiana (fronteira com Argentina) e Santana do Livramento (fronteira com Rivera - Uruguai).
Uma característica de sua população é a influência expressiva dos imigrantes: portugueses dos Açores em Florianópolis e Porto Alegre; italianos em todos os três estados; alemães em Santa Catarina (fundaram cidades como Joinville e Blumenau) e no Rio Grande do Sul. E também eslavos (russos, ucranianos e polacos) no Paraná, e japoneses (no norte de Paraná e Curitiba).
O sul é também a terra dos gaúchos - mestiços resultantes da mescla de espanhóis, índios charruas (hoje extintos como grupo étnico) e guaranis, portugueses e africanos, iniciada no período das Missões Jesuíticas no século XVIII - das regiões do pampa, no oeste e sul do Rio Grande do Sul. Os gaúchos também existem na Argentina e Uruguai. Devido à ocupação econômica inicial do Rio Grande do Sul ter sido feita pela criação extensiva de gado (que não requer muita mão-de-obra) a presença de escravos sempre foi menor que em outras regiões brasileiras. Por esta razão, a presença hoje de populações afro-descendentes na região Sul é menor do que em outras áreas do território brasileiro.
No Paraná: as cidades de Londrina (421.343 habitantes), Maringá (268 mil) e Foz do Iguaçu (231.627 habitantes).
Em Santa Catarina, a cidade de Lajes (no planalto, com 148.680 habitantes).
Rio Grande do Sul: Santa Maria (300 mil habitantes), São Borja, Uruguaiana (fronteira com Argentina) e Santana do Livramento (fronteira com Rivera - Uruguai).
Uma característica de sua população é a influência expressiva dos imigrantes: portugueses dos Açores em Florianópolis e Porto Alegre; italianos em todos os três estados; alemães em Santa Catarina (fundaram cidades como Joinville e Blumenau) e no Rio Grande do Sul. E também eslavos (russos, ucranianos e polacos) no Paraná, e japoneses (no norte de Paraná e Curitiba).
O sul é também a terra dos gaúchos - mestiços resultantes da mescla de espanhóis, índios charruas (hoje extintos como grupo étnico) e guaranis, portugueses e africanos, iniciada no período das Missões Jesuíticas no século XVIII - das regiões do pampa, no oeste e sul do Rio Grande do Sul. Os gaúchos também existem na Argentina e Uruguai. Devido à ocupação econômica inicial do Rio Grande do Sul ter sido feita pela criação extensiva de gado (que não requer muita mão-de-obra) a presença de escravos sempre foi menor que em outras regiões brasileiras. Por esta razão, a presença hoje de populações afro-descendentes na região Sul é menor do que em outras áreas do território brasileiro.
ECONOMIA
No começo da colonização, a região sul se desenvolveu graças à agricultura, que forneceu o capital financeiro para a instalação de indústrias nas regiões de Curitiba (espalhando-se depois para o nordeste de SC, em Itajaí, Blumenau e Joinville) e Porto Alegre.
Indústria - No PR destacamos: a agroindústria; papel e celulose; fertilizantes; caminhões e ônibus (Volvo); automóveis (Renault e Audi, na região metropolitana de Curitiba); eletrodomésticos (Electrolux).
Em SC, podemos destacar a industrialização de carnes de aves, bovina e suína; as fábricas de calçados; têxteis e roupas (Itajaí). No RS: alimentos; calçados (vale do Rio dos Sinos), petroquímica (em Canoas, cidade da região metropolitana de Porto Alegre), vinhos (na região do planalto, chamada "Serra Gaúcha") e automobilística (General Motors, na cidade de Gravataí).
Agricultura - No RS destacamos: milho, soja, arroz, maçãs, mandioca, tabaco (na cidade de Santa Cruz do Sul) e uvas (cidades de Bento Gonçalves e Caxias do Sul, na "Serra Gaúcha"). Em SC: mandioca, maçã (nas regiões de Lajes e São Joaquim), tabaco, feijão e trigo. No PR: soja (foi o primeiro estado brasileiro a exportá-la), milho, algodão, café e cana-de-açúcar. A soja propiciou muita riqueza o estado. No entanto, seu cultivo mecanizado agravou o desemprego no campo e a concentração fundiária. Isto criou o fenômeno dos "sem-terra": ex-trabalhadores rurais que não têm terras para cultivar e não têm emprego devido à mecanização. Criou também, nos anos 70, uma grande migração rural rumo a Mato Grosso, Goiás, Bahia e região amazônica, em busca de terras para plantar. Os paranaenses também emigraram para o Paraguai (são os chamados "brasiguaios").
Criação - A qualidade do gado bovino e das aves (galináceos e perus) nos três estados é boa, tanto pelas raças escolhidas como pelas condições sanitárias. A região é considerada livre da febre aftosa há alguns anos, o que lhe permite exportar para outros países. No Rio Gande do Sul há também criação de ovelhas. Também se destaca a criação de suínos em Santa Catarina, abastecendo os frigoríficos das cidades de Concórdia e Xapecó.
Indústria - No PR destacamos: a agroindústria; papel e celulose; fertilizantes; caminhões e ônibus (Volvo); automóveis (Renault e Audi, na região metropolitana de Curitiba); eletrodomésticos (Electrolux).
Em SC, podemos destacar a industrialização de carnes de aves, bovina e suína; as fábricas de calçados; têxteis e roupas (Itajaí). No RS: alimentos; calçados (vale do Rio dos Sinos), petroquímica (em Canoas, cidade da região metropolitana de Porto Alegre), vinhos (na região do planalto, chamada "Serra Gaúcha") e automobilística (General Motors, na cidade de Gravataí).
Agricultura - No RS destacamos: milho, soja, arroz, maçãs, mandioca, tabaco (na cidade de Santa Cruz do Sul) e uvas (cidades de Bento Gonçalves e Caxias do Sul, na "Serra Gaúcha"). Em SC: mandioca, maçã (nas regiões de Lajes e São Joaquim), tabaco, feijão e trigo. No PR: soja (foi o primeiro estado brasileiro a exportá-la), milho, algodão, café e cana-de-açúcar. A soja propiciou muita riqueza o estado. No entanto, seu cultivo mecanizado agravou o desemprego no campo e a concentração fundiária. Isto criou o fenômeno dos "sem-terra": ex-trabalhadores rurais que não têm terras para cultivar e não têm emprego devido à mecanização. Criou também, nos anos 70, uma grande migração rural rumo a Mato Grosso, Goiás, Bahia e região amazônica, em busca de terras para plantar. Os paranaenses também emigraram para o Paraguai (são os chamados "brasiguaios").
Criação - A qualidade do gado bovino e das aves (galináceos e perus) nos três estados é boa, tanto pelas raças escolhidas como pelas condições sanitárias. A região é considerada livre da febre aftosa há alguns anos, o que lhe permite exportar para outros países. No Rio Gande do Sul há também criação de ovelhas. Também se destaca a criação de suínos em Santa Catarina, abastecendo os frigoríficos das cidades de Concórdia e Xapecó.
PAMPAS
Introdução
Os Campos caracterizam-se pela presença de uma vegetação rasteira (gramíneas) e pequenos arbustos distantes uns dos outros. Podemos encontrar esta formação vegetal em várias regiões do Brasil (sul do Mato Grosso do Sul, nordeste do Paraná, sul de Minas Gerais e norte do Maranhão), porém é no sul do Rio Grande do Sul, região conhecida como Pampas Gaúchos, que encontramos em maior extensão.
Os Campos caracterizam-se pela presença de uma vegetação rasteira (gramíneas) e pequenos arbustos distantes uns dos outros. Podemos encontrar esta formação vegetal em várias regiões do Brasil (sul do Mato Grosso do Sul, nordeste do Paraná, sul de Minas Gerais e norte do Maranhão), porém é no sul do Rio Grande do Sul, região conhecida como Pampas Gaúchos, que encontramos em maior extensão.
Características principais dos Campos:
- vegetação formada por gramíneas e arbustos e árvores de pequeno porte.
- não dependem de grande quantidade de chuvas.
- sua extensão atingem os territórios da Argentina e Paraguai.
Economia
A região dos Campos, principalmente no Rio Grande do Sul, é muito utilizada para a pastagem de gado. A pecuária é uma das principais atividades econômica nesta região.
- vegetação formada por gramíneas e arbustos e árvores de pequeno porte.
- não dependem de grande quantidade de chuvas.
- sua extensão atingem os territórios da Argentina e Paraguai.
Economia
A região dos Campos, principalmente no Rio Grande do Sul, é muito utilizada para a pastagem de gado. A pecuária é uma das principais atividades econômica nesta região.
CULTURA
Fortemente influenciada pela cultura dos imigrantes europeus, a região Sul do Brasil apresenta grande pluralidade cultural. Os estados integrantes são: o Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Os imigrantes europeus começaram a chegar ao fim do século XIX e contribuíram para o desenvolvimento econômico da região, baseado na pequena propriedade rural de policultura.
Essa região apresenta elementos culturais dos índios (primeiros ocupantes do território), espanhóis e portugueses (colonizadores), negros (escravos). Posteriormente, os imigrantes alemães, italianos, açorianos, eslavos, japoneses, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Sul do Brasil.
Entre as manifestações culturais dessa região estão:
Rio Grande do Sul
Os gaúchos dos pampas, ou das cidades, formam um povo rico em tradições. Grande parte dos seus aspectos culturais é oriunda dos imigrantes alemães, que habitaram a região por volta de 1824. Os italianos, espanhóis e portugueses também contribuíram para a riqueza cultural desse estado.
Entre as principais características culturais do gaúcho estão: a bombacha, o lenço, o poncho, e o chimarrão.
Essa região apresenta elementos culturais dos índios (primeiros ocupantes do território), espanhóis e portugueses (colonizadores), negros (escravos). Posteriormente, os imigrantes alemães, italianos, açorianos, eslavos, japoneses, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Sul do Brasil.
Entre as manifestações culturais dessa região estão:
Rio Grande do Sul
Os gaúchos dos pampas, ou das cidades, formam um povo rico em tradições. Grande parte dos seus aspectos culturais é oriunda dos imigrantes alemães, que habitaram a região por volta de 1824. Os italianos, espanhóis e portugueses também contribuíram para a riqueza cultural desse estado.
Entre as principais características culturais do gaúcho estão: a bombacha, o lenço, o poncho, e o chimarrão.

Chimarrão
A festa de Nossa Senhora dos Navegantes, de origem portuguesa, é realizada em Porto Alegre no dia 2 de fevereiro, no rio Guaíba, onde centenas de barcos e milhares de fiéis devotos participam da procissão fluvial.
Algumas cidades do Sul celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS).
Paraná
Apresenta aspectos culturais dos imigrantes alemães, italianos, poloneses, ucranianos, holandeses, etc. Eles influenciaram fortemente a cultura do estado.
As principais festas culturais do Paraná são: cavalhada, congada, dança ou fandango de São Gonçalo, festa da cerejeira, festa do Divino, coroação de Nossa Senhora, festa de São Benedito, entre outras.
Um dos pratos típicos do Paraná é o barreado, um cozido de carne, prato caboclo típico do litoral. Ele é preparado com carne bovina, toucinho e temperos colocados em uma panela de barro. Ela é enterrada e acende-se por cima, uma fogueira. Após 12 horas de cozimento, a iguaria está pronta.
Algumas cidades do Sul celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS).
Paraná
Apresenta aspectos culturais dos imigrantes alemães, italianos, poloneses, ucranianos, holandeses, etc. Eles influenciaram fortemente a cultura do estado.
As principais festas culturais do Paraná são: cavalhada, congada, dança ou fandango de São Gonçalo, festa da cerejeira, festa do Divino, coroação de Nossa Senhora, festa de São Benedito, entre outras.
Um dos pratos típicos do Paraná é o barreado, um cozido de carne, prato caboclo típico do litoral. Ele é preparado com carne bovina, toucinho e temperos colocados em uma panela de barro. Ela é enterrada e acende-se por cima, uma fogueira. Após 12 horas de cozimento, a iguaria está pronta.

Barreado
Santa Catarina
Em Santa Catarina há uma grande quantidade de casas com arquitetura tipicamente europeia, além da arquitetura, os imigrantes do velho continente contribuíram na cultura vinhateira, na triticultura (cultura com trigo), linho, algodão, cânhamo e mandioca.
Alguns eventos culturais são marcantes, e mobilizam várias pessoas. O boi-de-mamão, por exemplo, vai do Natal ao Carnaval. Começa com as prendas e pedidos de ajuda e termina com a morte e ressurreição do boi.
A Oktoberfest, em Blumenau (SC), é uma festa de origem alemã, tradicional festa da cerveja. Esse evento atrai milhares de turistas.
Em Santa Catarina há uma grande quantidade de casas com arquitetura tipicamente europeia, além da arquitetura, os imigrantes do velho continente contribuíram na cultura vinhateira, na triticultura (cultura com trigo), linho, algodão, cânhamo e mandioca.
Alguns eventos culturais são marcantes, e mobilizam várias pessoas. O boi-de-mamão, por exemplo, vai do Natal ao Carnaval. Começa com as prendas e pedidos de ajuda e termina com a morte e ressurreição do boi.
A Oktoberfest, em Blumenau (SC), é uma festa de origem alemã, tradicional festa da cerveja. Esse evento atrai milhares de turistas.

Oktoberfest
Outro elemento da cultura de Santa Catarina é a dança de fitas, uma tradição milenar, o qual consiste num pau de fita, cujo mastro é sustentado no centro da dança por um menino. Da ponta do mastro saem pares de fita, cujas figurações se atém ao ato de trançá-las, girando e dançando em torno do mastro central.
Em Santa Catarina o boi na vara ainda é praticado, sendo uma espécie de tourada. O boi, preso a uma vara com corda, investe num boneco até o esgotamento. Outras vezes, soltam os animais e os homens saem correndo, derrubam o boi e despedaçam-no.
Em Santa Catarina o boi na vara ainda é praticado, sendo uma espécie de tourada. O boi, preso a uma vara com corda, investe num boneco até o esgotamento. Outras vezes, soltam os animais e os homens saem correndo, derrubam o boi e despedaçam-no.
quarta-feira, novembro 16, 2011
domingo, novembro 13, 2011
quarta-feira, novembro 02, 2011
FORUM ONU ISAAC MUNDI
REDE ISAAC NEWTON
FÓRUM DA ONU – ISAAC MUNDI
PROFESSORES: Márcio Lima, Leonardo Bueno e Flávio Bueno
COORDENAÇÃO: Celso Sobrinho
TEMA: Mudanças climáticas e impactos na agricultura
DISCUSSÕES: cada turma deverá enviar um (1) delegado e um (1) assistente.
Cada delegado terá três minutos para expor a posição do seu país frente aos questionamentos abaixo.
AGENDA/PAUTA DE DISCUSSÕES:
1- Posição do país em relação ao aquecimento global;
2- Protocolo de Kyoto: participação do país;
3- Matriz energética do país: fósseis, alternativas e outras;
4- Produção agrícola (alimentos): impactos que o país vem sofrendo com as mudanças climáticas.
OBS.: o delegado deverá expor a posição do país, como se fosse um Ministro de Estado, ou seja, utilizando traje adequado e defendendo a real situação do país representado e não posições pessoais.
terça-feira, outubro 25, 2011
GABARITO OFICIAL DO ENEM É DIVULGADO PELO MEC
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/10/mec-divulga-gabarito-oficial-do-enem.html
Imagens do primeiro dia de provas do Enem 2011 (Foto: G1)
Cadernos de provas do Enem (Foto: G1)
O Ministério da Educação (MEC) divulgou, na tarde desta terça-feira (25), o gabarito oficial da edição 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado neste sábado (22) e domingo (23). Os documentos estão disponíveis para download no site do Enem.| VEJA O GABARITO OFICIAL DAS PROVAS DE SÁBADO (22) DO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO (ENEM) | |||
|---|---|---|---|
| 1º DIA (Sábado) Gabarito da PROVA AZUL | 1º DIA (Sábado) Gabarito da PROVA AMARELA | 1º DIA (Sábado) Gabarito da PROVA BRANCA | 1º DIA (Sábado) Gabarito da PROVA ROSA |
| Veja a prova azul | Veja a prova amarela | Veja a prova branca | Veja a prova rosa |
| VEJA O GABARITO OFICIAL DAS PROVAS DE DOMINGO (23) DO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO (ENEM) | |||
|---|---|---|---|
| 2º DIA (Domingo) Gabarito da PROVA AMARELA | 2º DIA (Domingo) Gabarito da PROVA CINZA | 2º DIA (Domingo) Gabarito da PROVA AZUL | 2º DIA (Domingo) Gabarito da PROVA ROSA |
| Veja a prova amarela | Veja a prova cinza | Veja a prova azul | Veja a prova rosa |
Na segunda-feira (24), o Inep havia divulgado os cadernos de provas utilizados pelos candidatos, divididos por cor.
saiba mais
Cerca de 4 milhões de pessoas fizeram as provas no sábado (22) e no domingo (23). No total, mais de 5,3 milhões de estudantes se inscreveram no exame, mas a abstenção média, segundo o MEC, foi de 26,4%, o que representa mais de 1,4 milhão de candidatos. O número bateu recordes neste ano.
Segundo o edital do Enem, o resultado individual das provas, que inclui a correção e nota da redação, será divulgado em 4 de janeiro de 2012.
Entenda o sistema de pontuação do Enem
O Enem usa um sistema de pontuação diferente dos vestibulares. A correção é feita com base na Teoria da Resposta ao Item (TRI), na qual cada questão tem um valor específico de acordo com seu grau de dificuldade. Isto significa que dois candidatos que tenham acertado o mesmo número de questões do Enem não terão necessariamente a mesma pontuação.
O Enem é composto por quatro provas objetivas (ciências humanas, ciências da natureza, matemática e linguagens), cada uma com 45 questões cada, e mais uma redação.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza o Enem, a TRI reduz as chances de acerto por "chute" das respostas do Enem. Na TRI, o foco é no item, como é chamada cada questão, e não no total de acertos. Aluno que mostra padrão de resposta médio ao longo da prova, se acerta uma questão de padrão mais difícil pode aparecer uma resposta aleatória.
Imagens do primeiro dia de provas do Enem 2011 (Foto: G1)
A TRI é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa acertar a resposta. Cada item/questão é construído um modelo representado por três parâmetros: a discriminação (que ajuda a diferenciar a habilidade dos alunos), o grau de dificuldade e o acerto casual. Já o vestibular, como da Fuvest, por exemplo, utiliza a Teoria Clássica dos Testes (TCT). Quem acertar mais perguntas, soma mais pontos.
De acordo o sistema usado pelo Inep para cada item/questão é construído um modelo representado por três parâmetros: a discriminação (que ajuda a diferenciar a habilidade dos alunos), o grau de dificuldade e o acerto casual.
A TRI é usada desde 1995 nas provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que mede o desempenho de estudantes do ensino fundamental e médio. A teoria começou a ser aplicada no Enem em 2009, para garantir a possibilidade de comparação das notas de diversos anos.
Prova bem feita e cansativa
Os professores de cursinho ouvidos pelo G1 consideraram que as provas de ciências da natureza e de ciências humanas, aplicadas no primeiro dia do Enem, no sábado (22), mostrou uma evolução em relação aos anos anteriores. Eles destacaram que as provas de ciências da natureza e de ciências humanas apresentaram temas relevantes e cobrou mais conteúdo em relação a 2010.
Edmilson Motta, coordenador geral do Etapa, disse que o MEC trouxe um Enem mais aprimorado. “Houve uma evolução considerando os exames anteriores”, disse. Para Motta, a prova apresentou um aumento da exigência do conteúdo, mas o maior foco ainda estava no texto, que é parte decisiva do exame. “Sobre o grau de dificuldade não vejo nenhuma grande mudança em relação ao ano passado. É uma prova média que se dificulta mais pela extensão do que pelo nível das questões”, afirmou.
Luis Ricardo Arruda, coordenador geral do Anglo, afirmou que de modo geral, o Enem abordou temas relevantes, mas pecou com imprecisões em questões de biologia. “Em algumas perguntas [como a de número 52, da prova branca] o texto não dialoga com a pergunta, torna-se desnecessário, o que atrapalha o candidato, já que o tempo é um fator relevante.”
Imagens do segundo dia do Enem (Foto: G1)
O segundo dia foi considerado cansativo tanto para os estudantes quanto para os alunos. O exame reuniu 90 questões de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, além da redação.
Simone Ferreira Gonçalves Motta, professora de português do Etapa, afirmou que ao tema da redação - "viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado" - permitiu que o aluno pudesse trabalhar em profundidade com a argumentação. "Não existe nada fácil quando se fala de elaboração de ideias, mas o tema é muito próximo do aluno e isso pode ter facilitado o processo."
Simone Ferreira Gonçalves Motta, professora de português do Etapa, afirmou que ao tema da redação - "viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado" - permitiu que o aluno pudesse trabalhar em profundidade com a argumentação. "Não existe nada fácil quando se fala de elaboração de ideias, mas o tema é muito próximo do aluno e isso pode ter facilitado o processo."
Luis Ricardo Arruda, coordenador Anglo, disse que de modo geral a prova estava bem elaborada, porém em literatura, os professores do cursinho reclamaram que a banca se limitou a autores recentes. Em português, segundo ele, o maior problema para os candidatos foi o tempo. "Três minutos foram insuficientes para responder cada questão."
A prova de matemática trouxe muitas questões com gráficos e tabelas para buscar dos alunos a interpretação das imagens apresentadas. Também foram abordadas questões de geometria plana e geometria espacial.
Segundo o professor Felipe Rossi, do cursinho de A a Z, do Rio, as questões mais fáceis da prova de matemática são as relacionadas à conversão de medidas (como, por exemplo, a pergunta sobre o carro em miniatura e a mecânica do pistão), além da questão sobre o guarda-chuva, que pedia apenas o nome da figura geométrica do cone. Errar essas questões simples compromete o resultado final, por causa do sistema de correção do Enem.
segunda-feira, outubro 24, 2011
Arte do Banner Isaac Mundi - 3º ANO
domingo, outubro 23, 2011
TEXTO PARA 6ª série ISAAC NEWTON!!! Nordeste
Ocupa uma região com cerca de 1.500.000 quilômetros quadrados, o equivalente a 18% do território nacional. Ali vivem cerca de 40 milhões de pessoas, ou 28% da população do país. São 9 estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio grande do norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Não é homogênea, existem áreas mais industrializadas, outras com agricultura tradicional e algumas com menor desenvolvimento. A zona da mata é a mais povoada, industrializada e urbanizada. Ocupa área litorânea que vai do Rio Grande do Norte até a Bahia. O clima é tropical-úmido com temperaturas médias elevadas e chuvas contínuas e abundantes, concentradas de março a junho. A vegetação original era a mata atlântica, hoje quase inexistente. Na zona da mata açucareira predominam os latifúndios, que normalmente executam a monocultura açucareira, desde a época colonial. Ao redor de Salvador destacam-se as petroquímicas e contribuem atualmente para cerca de 35% do total do petróleo produzido no Brasil. A zona do cacau ao sul da Bahia (Ilhéus e Itabuna), produz exclusivamente cacau. O sertão é a maior das sub-regiões do nordeste com um clima semi-árido e baixa densidade demográfica. A principal atividade é a pecuária extensiva de corte. O índice pluviométrico é de 300 a 500mm por ano, as secas são periódicas e os rios intermitentes, secam completamente durante alguns meses do ano, exceto o Rio São Francisco. Para amenizar o problema, são construídos açudes, como o Orós, o maior do nordeste, construído no rio Jaguaribe, Ceará. As imagens transmitidas pelos meios de comunicação sobre a seca nordestina são exagerados, dando origem a mitos. As secas ocorrem apenas no sertão, onde vivem uma pequena parcela da população. Na região mais povoada, onde se situam as principais metrópoles, não ocorrem secas e em algumas ocasiões há enchentes. A maioria dos nordestinos migrantes de tal área não o fazem por causa da seca, mas por causa da estrutura fundiária. Na região existe concentração das propriedades agrárias nas mãos de um pequeno número de proprietários. Como dissemos, os meios de comunicação divulgam intensamente os efeitos dramáticos da seca, de tal forma que os grupos dominantes (políticos, fazendeiros e empresários), acabam conseguindo verbas e auxílio do governo. Esses recursos, porém, são utilizados para interesses particulares, ficando de lado as populações pobres, que sofre com a falta d’água. A ocupação humana no nordeste foi inadequada, pois desde a vinda dos colonizadores portugueses, a vegetação foi sendo destruída, o que permitiu o avanço da seca. O governo utiliza recursos para a construção de açudes, porém, a intensa evaporação, torna a água carregada de saia minerais que não evaporam e esses passam para o solo, piorando sua qualidade.
A região Nordeste é composta pelos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, ocupando uma área equivalente a 18,26% de todo o território brasileiro. Sua economia se desenvolve principalmente pelo plantio de produtos como açúcar, cacau e algodão; e ainda pela pecuária extensiva. Algum tempo atrás, no vale do Rio São Francisco - entre os Estados da Bahia e de Pernambuco -, começaram a aparecer também lavouras de fruticultura para exportação. Já na faixa litorânea e na plataforma continental da Região acontece a exploração do petróleo, que depois é processado no Estado da Bahia.
O turismo vem crescendo significativamente na Região durante as últimas décadas, provando a potencialidade de cada Estado e gerando excelentes perspectivas para o futuro.
A população da Região Nordeste chaga a cerca de 46 milhões de habitantes, representando 28,9% do total do Brasil. A maior parte dos nordestinos concentra-se na zona urbana. E as cidades mais representativas dessa Região são Salvador, capital do Estado da Bahia; Recife, capital do Estado de Pernambuco; e Fortaleza, capital do Estado do Ceará.
Além das capitais, a maioria das cidades litorâneas do Nordeste tem inúmeras belezas naturais para exibir à beira mar como o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, Itacaré, Ilha de Comandatuba, Costa do Sauípe, Canavieiras e Porto Seguro, no Estado da Bahia; o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, no de Pernambuco; paraísos tropicais como Canoa Quebrada e Jericoacoara, no litoral cearense, além dos destaques em vôo livre, como Quixadá e Sobral; os Lençóis Maranhenses, que embelezam a costa do Estado do Maranhão; entre vários outros. Mas a Região Nordeste não termina aí. Em seu interior estão guardados diversos grandes tesouros, como os Parques Nacionais da Serra da Capivara e de Sete Cidades, ambos no Estado do Piauí; João Pessoa, no Estado da Paraíba; Chapada Diamantina, no da Bahia; e muito mais.
O turismo vem crescendo significativamente na Região durante as últimas décadas, provando a potencialidade de cada Estado e gerando excelentes perspectivas para o futuro.
A população da Região Nordeste chaga a cerca de 46 milhões de habitantes, representando 28,9% do total do Brasil. A maior parte dos nordestinos concentra-se na zona urbana. E as cidades mais representativas dessa Região são Salvador, capital do Estado da Bahia; Recife, capital do Estado de Pernambuco; e Fortaleza, capital do Estado do Ceará.
Além das capitais, a maioria das cidades litorâneas do Nordeste tem inúmeras belezas naturais para exibir à beira mar como o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, Itacaré, Ilha de Comandatuba, Costa do Sauípe, Canavieiras e Porto Seguro, no Estado da Bahia; o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, no de Pernambuco; paraísos tropicais como Canoa Quebrada e Jericoacoara, no litoral cearense, além dos destaques em vôo livre, como Quixadá e Sobral; os Lençóis Maranhenses, que embelezam a costa do Estado do Maranhão; entre vários outros. Mas a Região Nordeste não termina aí. Em seu interior estão guardados diversos grandes tesouros, como os Parques Nacionais da Serra da Capivara e de Sete Cidades, ambos no Estado do Piauí; João Pessoa, no Estado da Paraíba; Chapada Diamantina, no da Bahia; e muito mais.
Informações e dados da região Nordeste do Brasil
- População: 53.078.137 (Censo IBGE 2010)
· Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
· Vegetação: Mata Atlântica (em pequenas áreas da região próxima ao litoral); Cerrado (oeste da Bahia e sul do Maranhão), Caatinga ( no sertão nordestino, interior), Mata dos Cocais (em áreas do Maranhão, Piaui, Rio Grande do Norte e Ceará).
· Rios Principais: rio São Francisco, rio Parnaíba, rio Jaguaribe, rio Capibaribe, rio Piranhas-Açu e rio Una.
· Vegetação: Mata Atlântica (em pequenas áreas da região próxima ao litoral); Cerrado (oeste da Bahia e sul do Maranhão), Caatinga ( no sertão nordestino, interior), Mata dos Cocais (em áreas do Maranhão, Piaui, Rio Grande do Norte e Ceará).
· Rios Principais: rio São Francisco, rio Parnaíba, rio Jaguaribe, rio Capibaribe, rio Piranhas-Açu e rio Una.
· Usinas Hidrelétricas: Sobradinho, Paulo Afonso, Três Marias e Xingó.
· Agricultura (principais produtos agrícolas): cana-de-açúcar (principal produto), tabaco, algodão, caju, manga, uva, acerola e cacau. A cana-de-açúcar é cultivada, principalmente, na região litorânea, onde encontramos o massapé, solo escuro, argiloso e muito fértil.
· Economia: bem diversificada. Nas cidades litorâneas destacam-se os serviços voltados para o turismo. Na pecuária, existe uma importante criação de bovinos nos estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Pernambuco. Presença de indústrias, nas grandes cidades, de calçados, produtos elétricos e eletrônicos, petroquímica (pólo petroquímico de Camaçari) e tecelagem. Destaque para o Distrito Industrial de Ilhéus (Bahia), Complexo Industrial de Suape (Pernambuco), Distrito Industrial de Maracanaú (Ceará). Na área de tecnologia, podemos destacar o Porto Digital do Recife (maior polo tecnológico do país), com ênfase na produção de softwares.
· Turismo: as cidades litorâneas possuem uma ótima infra-estrutura turística (aeroportos, hotéis, pousadas, parques, etc). As praias se destacam pelas belezas naturais. Há também o turismo histórico-cultural, com cidades de arquitetura da época colonial (Recife, Olinda, Salvador, entre outras).
· Agricultura (principais produtos agrícolas): cana-de-açúcar (principal produto), tabaco, algodão, caju, manga, uva, acerola e cacau. A cana-de-açúcar é cultivada, principalmente, na região litorânea, onde encontramos o massapé, solo escuro, argiloso e muito fértil.
· Economia: bem diversificada. Nas cidades litorâneas destacam-se os serviços voltados para o turismo. Na pecuária, existe uma importante criação de bovinos nos estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Pernambuco. Presença de indústrias, nas grandes cidades, de calçados, produtos elétricos e eletrônicos, petroquímica (pólo petroquímico de Camaçari) e tecelagem. Destaque para o Distrito Industrial de Ilhéus (Bahia), Complexo Industrial de Suape (Pernambuco), Distrito Industrial de Maracanaú (Ceará). Na área de tecnologia, podemos destacar o Porto Digital do Recife (maior polo tecnológico do país), com ênfase na produção de softwares.
· Turismo: as cidades litorâneas possuem uma ótima infra-estrutura turística (aeroportos, hotéis, pousadas, parques, etc). As praias se destacam pelas belezas naturais. Há também o turismo histórico-cultural, com cidades de arquitetura da época colonial (Recife, Olinda, Salvador, entre outras).
· Cultura Nordestina: a cultura é bem diversificada e representa a união cultural de brancos (principalmente portugueses), índios e negros africanos. Na culinária, podemos destacar pratos típicos como, por exemplo, acarajé, vatapá, sarapatel, sururu e carne-de-sol. No campo da música, existem vários rítmos populares (axé, samba, xote, forró, xaxado, samba-de-roda, frevo e baião). Não podemos deixar de mencionar também a beleza da literatura de cordel nordestina, tendo como principal representante Patativa de Assaré. Nas festas típicas nordestinas, destaca-se o bumba-meu-boi e as micaretas.
Problemas Sociais: o principal é a seca do Nordeste que atinge extensas áreas do sertão (região do polígono das secas), levando pobreza e fome para os habitantes.TEXTO PARA 6ª série ISAAC NEWTON!!! Centro-Oeste
Centro-Oeste
A região Centro-Oeste é formada estaticamente pelos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás e também pelo Distrito Federal, que ocupa uma área total que corresponde a 19% do território brasileiro, que se encontra uma região com poucos habitantes que são em cerca de 12,3 milhões de acordo com dados do IBGE. O local foi descoberto nos séculos XVII e XVIII pelos bandeirantes que na época estavam à procura de pedras e metais preciosos. A partir do ano de 1960 a região Centro-Oeste estava sendo ocupada efetivamente com a inauguração da cidade de Brasília. Mediante o relevo da região, possui diversas altitudes no local, que são resultantes da ação de diversos fatores climáticos, que entre todas essas informações destacam-se extensos planaltos e depressões revestidas por florestas e cerrados, além das planícies interiores. Na região podemos considerar vários tipos de revelo importantes e amplamente conhecidos como: Os planaltos e chapadas dos Parecis, Planaltos e chapadas da Bacia do Paraná, Planaltos e serras Residuais do Alto Paraguai, Planaltos Residuais Sul-Amazônico, Depressão do Araguaia no Tocantins, Depressão Cuiabana, Depressão do Alto Paraguai Guaporé, Planície e Pantanal do Rio Guaporé, e a Planície do Rio Araguaia. Destacam-se na região três tipos de bacias mais importantes da região que são: a Bacia Amazônica, Bacia do Tocantins e a Bacia Platina. O fator do clima na região é muito importante que em compensação é considerada uma das regiões brasileiras que possui, entretanto o clima tropical tipicamente continentais ou semi-úmidos, que é resultada por duas estações bem definidas, como uma chuvosa e outra seca. Sendo, que os principais climas da região são o equatorial, o Tropical Continental, Tropical de Altitude, Sub-Tropical. Pela vegetação do Centro-Oeste, na sua maior parte é ocupada por cerrado. Isso se dá por causa da formação vegetal típica do clima tropical continental, como do solo e da ação do ser humano, que desde a chegada dos europeus ao Brasil, a vegetação original já vem sendo queimada. O cerrado é formado por arvores de pequeno porte, efetivamente de 2 a 3 metros de altura, com troncos de casca grossa, galhos retorcidos, folhas duras e raízes altamente profundas. Entre um dos fatores na região, destacam-se o Turismo Social e a Historia dos estados que compõem a região. Nesse caso, como as cidades mais populares do Goiás são o Goiás Velho e Pirenópolis, conhecidas por suas tradições e diversos lugares e pessoas do local. No século XVII, os Bandeirantes, pelas suas longas trajetórias, chegaram ao estado do Goiás. No mesmo século surgiram as primeiras fazendas de criação de gado bovino. No século XIX a região ainda não era muito povoada, mas, apenas no século XX que houve a ocupação efetiva de populações nesse espaço do País.
Dentre os fatores que causaram a ocupação da região foram: a exploração da erva-mate, o cultivo do café, que foi exportado e atualmente é para os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Dentre o mesmo estado). O impulso para o crescimento demográfico e econômico da região teve referencia do governo federal, sendo que o mesmo fez como parte a construção da cidade de Brasília, sendo os objetivos do governo na época, a designação para que fosse a capital do Brasil. Para o crescimento do Goiás na década de 1940, foram instaladas algumas colônias agrícolas denominada de Ceres e no Mato Grosso do Sul, o Dourados. Foi a partir daí, que a região começou a ser ocupada, que na época dependeu de vários fatores como: a construção da estrada de ferro que tinha a função de migrar produtos para a região Sudeste, e pelo fato de muitas outras plantações na região favorecendo o solo para o comercio. Dentre os fatores agropecuários da região, o Centro-Oeste ocupa quase um terço do rebanho bovino do Brasil. A agropecuária é uma atividade que é praticada a região desde o século XVII. Na região o gado é criado por duas formas: a intensiva e a extensiva. O principal mercado consumidor da região é o Sudeste. O extrativismo na região é muito destacado, sendo que ele é dividido por dois setores de extração: o vegetal e o mineral. No Centro-Oeste o extrativismo vegetal ainda é realizado com técnicas tradicionais, que resultam baixo rendimento. O produto mais expressado deles é a madeira, mas, destacam outros como: alimentos diversos, produtos farmacêuticos e borrachas ou fibras. O outro tipo de extração é o mineral. Entre eles os principais minérios são o do níquel, o amianto
Você poderá observar que, o Centro-Oeste passou por grandes transformações nas últimas décadas, especialmente depois da construção de Brasília em 1960.
Tentaremos mostrar da forma mais clara, que a criação de gado é a atividade mais importante. E que os produtos mais cultivados são soja e arroz, destinados à exportação, utilizando métodos modernos.
A exploração de minérios não é muito importante, com destaque apenas ao manganês e no Maciço de Urucum.
A vegetação é variável conforme as regiões de contatos a predominância é o cerrado onde se encontra o clima tropical, que pode ser encontrado na maior parte da região.
II - Desenvolvimento
2.1. - Divisão política e hidrografia
O Centro Oeste é a segunda macroregião brasileira em área territorial, possuindo 1604850 km2 (18,9% da área do país). É formada por 3 estados - Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul - alem do Distrito Federal, onde se localiza Brasília a capital do país.
No Brasil, a bacia platina é subdividida em três bacias menores, a do rio Paraná, a do rio Paraguai, localizadas em sua maior parte no Centro-Oeste, e a do rio Uruguai.
O rio Paraguai, cujo as nascentes ficam no estado do Araporé, no estado de Mato Grosso, recebe águas de diversos afluentes, entre eles os rios Cuiabá, Taquarí e Miranda.
2.2. - Clima e vegetação
O clima dominante é do tipo tropical, com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno ceco. As temperaturas são elevadas o ano todo.
Na porção setentrional da região, principalmente no norte e nordeste do estado de Mato Grosso, aparece o clima equatorial úmido, com temperaturas elevadas e chuvas intensas o ano todo, e na porção meridional no sul do estado de Mato Grosso do Sul, na área cortada no Trópico de Capricórnio verificamos a ocorrência do clima tropical de altitude com temperaturas mais baixas no inverno e chuvas concentradas no verão.
A vegetação dominante na região Centro-Oeste é o cerrado, característico do clima tropical. Trata-se de urna formação arbustiva, ou seja, vegetação de pequeno porte, que se apresenta com o tronco e os galhos bastante retorcidos e recobertos por urna grossa camada de cortiça. Espalha-se por urna extensa área no interior do Centro-Oeste, inclusive alcançando terras de outras regiões brasileiras.
Além dessa formação arbustiva dominante, ainda encontramos áreas de floresta equatorial ao norte, matas galenas acompanhando alguns nos na porção oriental da região e formações de campos no extremo sul de Mato Grosso do Sul. Merece um destaque especial a vegetação da planície do pantanal Mato-grossense. Nessa planície, em função de suas condições naturais muito particulares, aparecem associadas espécies vegetais dos mais diversos tipos, ou seja, florestais, arbustivas e herbáceas, caracterizando a formação vegetal denominada complexo do Pantanal.
2.3. - Agropecuária
O Centro-Oeste manteve a sua atividade de produtora agropecuarista sempre voltada para o mercado interno para o abastecimento das áreas mais dinâmica do país. Nas ultimas décadas, no entanto, sua economia agropecuarista passou a se voltar também para os grandes mercados mundiais. Hoje o Centro-Oeste é um grande fornecedor de produtos agropecuários, como grãos (soja e arroz) e carne, para as indústrias alimentícias do Centro-Sul e, especialmente de soja, para o mercado externo.
A agricultura do Centro-Oeste vem aumentando rapidamente sua participação no total da produção brasileira em função de diversos fatores. O aumento da produtividade das áreas tradicionais que se modernizam com investimentos em máquinas, equipamentos e recursos técnicos de fertilização e correção de solos é um deles. Outro fator é a incorporação de novos espaços que até bem pouco tempo ou eram dedicados a uma lavoura rudimentar de subsistência, ou eram áreas não aproveitadas economicamente, mas que agora, com as chegadas das frentes pioneiras, vão sendo integrados a uma economia mais dinâmica.
Entre as principais áreas agrícolas, destacam-se Campo Grande e Dourados (Mato Grosso do Sul), centros produtores de soja e trigo. Em Goiás, sobressai a região denominada "mato grosso de Goiás", ao sul de Goiânia, com a produção de soja, algodão e feijão, e o vale do Paranaíba, no Sudeste goiano, onde se tem algodão e arroz.
Com relação à pecuária, é importante dizer que a região detém cerca de 1/4 de todo o rebanho bovino brasileiro. Essa participação tende a aumentar, graças a uma série de fatores favoráveis, tanto de ordem natural, como o relevo de topografia plana e a vegetação aberta do cerrado, como de ordem político-econômica abertura de estradas, formação de pastos e melhoria genética dos rebanhos.
O sistema de criação que predomina é o extensivo, tendo em vista que a região dispõe de grandes espaços e é, ao mesmo tempo, um enorme vazio demográfico. O objetivo mais importante é a produção de carne para as indústrias frigoríficas do Centro-Sul. A principal área de criação está no pantanal Mato-grossense, onde, além dos bovinos, também são criados bufalinos, com os mesmos objetivos econômicos e sob as mesmas condições de criação.
As dificuldades econômicas dos pecuaristas da região fizeram surgir uma nova atividade nas fazendas, o ecoturismo.
2.4. - Mineração e indústria
A origem geológica de grande parte do território do Centro-Oeste, datada do Pré-cambriano e do Paleozóico, permite que a região apresente grandes possibilidades de ocorrência de recursos minerais. A produção de minérios, no entanto, é ainda pouco significativa quando comparada à de outras regiões brasileiras, como o Norte e o Sudeste.
Entre as ocorrências registradas, merecem destaque as produções de ferro e manganês encontrados no maciço de Urucum, no interior do pantanal Mato-grossense.
A extração é feita pela Companhia Vale do Rio Doce, com a maior parte da produção direcionada para o mercado externo, representado pelos vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. O escoamento para esses países se faz pelo porto de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e pela navegação fluvial no rio Paraguai, que é navegável cm toda a sua extensão.
Uma parte menor da produção está voltada para o mercado interno, sendo consumida na própria região, na pequena siderurgia local, ou sendo transportada para as siderúrgicas do Sudeste, especialmente para a Cosipa, na Baixada Santista.
Entre as outras reservas minerais da região, destaca-se a de níquel, importante recurso para a indústria do aço, que tem sua maior ocorrência na cidade de Niquelândia, ao Norte de Goiás. Essa reserva é responsável por 80% da produção brasileira do minério.
No extrativismo vegetal, sobressaem a extração de látex (borracha) e de madeiras cm geral, na porção setentrional da região, e de erva-mate e madeiras, na porção meridional.
O setor industrial é muito precário e se restringe às atividades ligadas à produção agroextrativa, como as indústrias de beneficiamento de arroz, pequenos frigoríficos indústrias de couro, além de algumas metalúrgicas e madeireiras, que, no conjunto, absorvem um pequeno contingente de mão-de-obra e se utilizam de equipamentos e recursos técnicos pouco avançados. Nessas condições, é pouco significativa a participação da produção industrial regional.
2.5. - Brasília
A história da criação de Brasília data do período colonial. Em meados do século XVIII, o Marquês de Pombal já acreditava na necessidade de se localizar a sede da colônia no interior. Os participantes da Inconfidência Mineira, na segunda metade do século XVIII, também pretendiam a interiorização da capital, que deveria ser São João Del Rei (Minas Gerais).
Em 1 822, um deputado de Lisboa propôs que "no centro do Brasil, entre as nascentes dos confluentes do Paraguai e do Amazonas, funde-se a capital deste reino, com a denominação Brasília". No mesmo ano, Ritter Von Schaeffer, alemão radicado no Brasil, propôs que Brasília fosse construída na latitude 15º S e longitude 48º W. A localização da cidade é na latitude 15º47'27" S e longitude 47º52'55" W.
Em 15 de março de 1956, Juscelino Kubitschek assinou a "Mensagem de Anápolis", criando a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e oficializando o nome de Brasília para a capital a ser construída. Em setembro desse mesmo ano, o arquiteto Oscar Niemeyer foi convidado para dirigir a construção e, em março de 1957, presidiu o júri que, por unanimidade, escolheu o projeto urbanístico de Lúcio Costa, ou seja, o plano-piloto.
Desde sua inauguração, em21 de abril de 1960, a capital federal assistiu a uma renúncia, uma deposição, urna ditadura militar que durou mais de 20 anos, uma campanha malsucedida por eleições diretas, além de eleição indireta de um presidente civil que não tomou posse, sendo substituído pelo seu vice, e uma eleição livre e democrática de um presidente que sofreu impeachment por corrupção. Por tudo isso, Brasília é a capital das esperanças. Sua divisa, Venturis ventis, significa "aos ventos que hão de vir", em latim.
III - Conclusão
Conclui-se que, devido as condições naturais as atividades agropecuárias sempre foram as mais importantes, mas nos últimos anos ela vem se destacando no mercado interno e externo.
As atividades industriais são voltadas apenas para práticas agropecuárias. E a mineração é praticada com pouco destaque ao ferro e ao manganês.
Observou-se também que o clima predominante da região Centro-Oeste é o tropical onde aparecem os cerrados, porém, nas zonas de contato com outras regiões há grandes variações. Encontramos também, grande riqueza no complexo do pantanal mato-grossense.
TEXTO PARA 1º ANO ISAAC NEWTON!!! Urbanização!!!
urbanização
urbanização é um processo que acompanha a generalização da forma-mercadoria e do trabalho assalariado no capitalismo. Com a transformação das terras comunais em propriedade através dos cercamentos os trabalhadores são forçados a 'migrar' para as cidades para vender sua força de trabalho por um salário --tornarem-se assalariados.
Tal processo, iniciado desde os primórdios ou gênese do capitalismo, perdura por todo o estágio de desenvolvimento extensivo .
Esse é um período de rápida expansão da produção, de nascimento da grande indústria e acelerada expansão industrial, acompanhada de igualmente rápida urbanização, dando origem à formação de aglomerações urbanas que arrebentam os limites das antigas cidades, um processo tão rápido e violento que chegou a ser chamado de 'explosão urbana'. Tais aglomerações que permitem a formação de mercados locais de porte para a força de trabalho constituem o locus da reprodução da força de trabalho por excelência.
Assalariamento, industrialização e urbanização constituem facetas de um mesmo processo: em última análise, do próprio desenvolvimento capitalista em seu estágio inicial, de acumulação predominantement extensiva.
O processo, acompanhado ainda pela constitução do espaço nacional para servir de suporte ao mercado unificado, acaba por aniquilar a dicotomia campo-cidade da organização feudal, baseada na separação da produção para a subsistência e a produção do excedente. Em seu lugar, não implanta alguma outra dicotomia dentro do espaço*: o espaço nacional deve ser homogêneo e em certo sentido, se por urbanizado for entendido o lugar onde já predomina a forma-mercadoria, no capitalismo desenvolvido todo espaço é urbano.
dicotomia campo-cidade se dissolve, --- não é substituída por alguma dic urbano-rural; no espaço do mercado unificado do capitlaismo, todo o espaço é urbano.
Daí decorre que o processo urbano não tem significado mais específico que o próprio processo de reprodução capitalista; ainda que por vezes queira se enfatizar nesse processo a organização espacial das grandes aglomerações uirbanas.
Espaço tem difernciação e tem usos do do solo; ; > aglomerações urbanas
necessidade do ordenamento e estruturação das grandes aglomerações urbanas, inaugurando a gênese do planejamento urbano.
Devido às especificidades da produção/ transformação do espaço nas aglomerações urbanas, assim como à existência de órgãos 'locais' de governo como partes distintas no aparelho do Estado, o planejamento da intervenção estatal nessas aglomerações se distingue como planejamento urbano; mas os limites que separam o último de um planejamento nacional são indefinidos e ambos os 'níveis' de planejamento constituem na verdade uma unidade.
Urbanização em Países Desenvolvidos
Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização em sentido amplo, ou seja, às transformações provocadas na cidade pela indústria, notadamente quanto à geração de oportunidades de empregos, seja no setor secundário, seja no setor terciário, com salários em geral mais altos. Essas condições surgiram primeiramente nos países de industrialização antiga, os países desenvolvidos. Nesses países, além das transformações urbanas, houve, como conseqüência da Revolução Industrial, também uma revolução agrícola, ou seja, uma modernização da agropecuária que, ao longo da história, foi possibilitando a transferência de pessoas do campo para a cidade, principalmente como resultado da mecanização da agricultura.
A urbanização que ocorreu nos países desenvolvidos foi gradativa. As cidades foram se estruturando lentamente para absorver os migrantes, havendo melhorias na infra-estrutura urbana – moradia, água, esgoto, luz, etc. – e aumento de geração de empregos. Assim, os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos. Além disso, pelo fato de gradativamente haver um aumento nos fluxos de mercadorias e pessoas, o processo de industrialização foi também se descentralizando geograficamente. Como resultado, há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades.
Urbanização em Países Sub-Desenvolvidos
Já os fatores repulsivos são típicos de países subdesenvolvidos, sem indústrias ou com um baixo nível de industrialização. Estão ligados fundamentalmente às péssimas condições de vida existentes na zona rural, em função da estrutura fundiária bastante concentrada, dos baixos salários, da falta de apoio aos pequenos agricultores, do arcaísmo, das técnicas de cultivo, etc. Assim, há uma grande transferência de população para as cidades, notadamente para as grandes metrópoles, criando uma série de problemas urbanos. Tais problemas são resultado de um fenômeno urbano característico de muitos países subdesenvolvidos: a macrocefalia urbana.
Observando a tabela, podemos compreender o fenômeno.
Image
É importante que as metrópoles de São Paulo, de Nova Iorque e de Xangai, que estão entre as cinco maiores do mundo, têm um percentual baixo em relação à população total e urbana de seus países. Porque o total da população do Brasil, dos Estados Unidos e da China é muito grande. Por outro lado a população do Uruguai e da Líbia é muito pequena. Por isso Montevidéu e Trípoli, cidades bem menores, têm um peso tão grande na população total e urbana de seus países. Assim a macrocefalia deve ser entendida como o resultado da grande concentração das atividades econômicas, principalmente dos serviços, e, portanto, da população em algumas cidades, que acabam se tornando muito grandes relativamente. Embora esse fenômeno ocorra também em países desenvolvidos, ele assume proporções maiores nos subdesenvolvidos. Nos países desenvolvidos, como o crescimento das cidades foi lento e bem-estruturado, o fenômeno não assumiu proporções tão grandes como em muitos países subdesenvolvidos, onde o crescimento das cidades foi, além de muito concentrado espacialmente, rápido e desordenado. A conseqüência foi uma série de problemas facilmente percebidos na paisagem urbana desses países.
O crescimento rápido de algumas cidades, que acaba culminando no fenômeno da metropolização, é resultado da incapacidade de criação de empregos, seja na zona rural, seja em cidades pequenas e médias, o que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país. Acrescente-se a isso o fato de esses países, com raras exceções, apresentarem altas taxas de natalidade e, portanto, alto crescimento demográfico, e está formado o quadro que explica o rápido crescimento das metrópoles no mundo subdesenvolvido.
Mesmo o centro dinâmico dos países subdesenvolvidos não tem capacidade de absorver tamanha quantidade de migrantes, e logo começa a aumentar o número de pessoas desempregadas. Muitos desempregados permanentes, para poder sobreviver, acabam se refugando no subemprego, que é toda forma de trabalho remunerado ou prestação de serviços que funciona à margem da economia formal, compondo, por isso a economia informal ou subterrânea. É a economia que não aparece nas cifras oficiais, pois não tem nenhum tipo de registro e não recolhe nenhum tipo de imposto. Como os rendimentos, em geral, são muito baixos, mesmo para os trabalhadores da economia formal, muitos não tem condições de comprar sua moradia nem de alugar uma casa ou apartamento para viver. Assim. Proliferam cada vez mais as submoradias: favelas, cortiços, pessoas abrigadas debaixo de pontes e viadutos, quando não vivendo ao relento. Essa é a face mais visível do crescimento desordenado das cidades.
Um dos assuntos mais abordados nos tempos atuais é a Urbanização. Praticamente qualquer assunto vai estar direta ou indiretamente ligado a este processo, que vai ser tratado neste post. A palavra “Urbanização” deriva da palavra “urbano” que significa qualquer coisa relacionada à cidade, assim como “rural” significa qualquer coisa relacionada ao campo. No mundo contemporâneo a maior parte dos países é urbanizado, ou seja, possui a maior parcela de sua população na cidade. Mas isso nem sempre foi assim.
Em um período da História chamado de Idade Média(século V-XV), a Europa vivia o Feudalismo e era ruralizada, ou seja, possuia a maior parte de sua população no campo e era neste ambiente o ponto de troca e comércio. Porém com o fim do Feudalismo, um novo sistema econômico chamado de Capitalismo, viria. O Capitalismo passaria a valorizar a cidade e então aconteceria um Êxodo Rural,ou seja, um intenso movimento de saída do campo para a cidade. Desde esse tempo até os tempos atuais, a cidade é o ambiente mais valorizado mundialmente.
Se quando aconteceu o Êxodo Rural, começou a Urbanização então, pode-se definir Urbanização como o processo de crescimento da população da cidade em relação a do campo. Porém, os efeitos não são apenas demográficos. Os modos de vida mudam drasticamente, se tornando um modo de vida urbano- heterogeneidade das atividades econômicas, consumismo, pavimentação, energia elétrica, hospitais, escolas, etc.
Este processo de Urbanização foi desigual e não ocorreu ao mesmo tempo para todos. Para os países do Norte, ou seja, os desenvolvidos, a Urbanização é um processo antigo que se iniciou com a Revolução Industrial e apresenta poucos problemas sócio-urbano-espaciais. Para os países do Sul, ou seja, os subdesenvolvidos e em desenvolvimento, a Urbanização só foi iniciar bem depois da Revolução Industrial e apresenta inúmeros problemas sócio-econômico-espaciais. Além disso, a Urbanização nos países do Norte é considerada normal pois é acompanhada por uma grande oferta de empregos. Já nos países do Sul, é considerada anormal pois não é acompanhada por um igual número de empregos. Desse modo percebemos o grande abismo que o processo de Urbanização deixa entre os países do Norte e do Sul.
Há várias formas de crescimento urbano, ou seja, formas que uma cidade pode crescer. Por exemplo:
-Horizontalização: É o crescimento através da construção de um elevado número de casas, logo a cidade cresce horizontalmente.
-Verticalização: É o crescimento através de um elevado número de edifícios, logo a cidade cresce verticalmente. Abaixo está um exemplo de área verticalizada:
-Conurbação: É a junção física entre duas ou mais cidades.
-Metropolização: Acontece quando uma cidade passa a ser mais importante que as demais( processo de polarização). Assim forma-se uma Metrópole que pode ser Nacional ou apenas Regional.
-Megaloporização: É a conurbação(junção) entre duas ou mais metrópoles, formando uma Megalópole. A maior megalópole do mundo é a Boswash que vai desde Boston até Washington.
-Cidades Dormitórios: Acontece quando a maior parte da população de uma cidade passa o dia inteiro trabalhando em outra cidade e voltam apenas para dormir. Geralmente são cidades pequenas e sem grande ofertas de emprego.
-Cortiços: Espaços em que objetos, cômodos, móveis, etc, são compartilhados.
-Favelas: Espaços gerados pela exclusão social. Os mais ricos constróem áreas nobres em que os mais pobres não podem ter acesso e acabam construindo casas em terrenos impróprios como encostas de morros, formando as favelas. São marcadas pela falta de educação de qualidade, de saneamenteo básico e de segurança.
-Megacidades: São cidades com mais de 10 milhões de habitantes. No Brasil, São Paulo é um exemplo.
Há também a Desmetropolização, a Especulação Imobiliária entre várias outras formas de crescimento urbano. Mas uma das mais importantes é a chamada Rede Urbana, uma espécie de articulação entre cidades. Há dois tipos de Rede Urbana: a Clássica e a Atual.
Perceba que na clássica há uma hierarquia urbana( vai da menor-vila- até o maior-metrópole nacional). Na rede urbana atual não existe essa hierarquia, a vila pode se comunicar diretamente com a Metrópole Nacional e vice-versa.
É inegável que a Urbanização tenha trazido desenvolvimento para os países e industrialização mas também trouxeram inúmeros problemas de âmbito social e ambiental. Aqui estão listados alguns problemas sociais gerados pela Urbanização:
-Queda da qualidade de vida;
-Violência Urbana;
-Desemprego Estrutural, que é o desemprego gerado pela mecanização das indústrias. A máquina acaba substituindo o homem, deixando muitos sem emprego. Uma máquina faz o serviço de 100 homens;
-Terceirização: É o crescimento do terceiro setor de trabalho, o comércio. Também chamado de Crescimento do Mercado Informal, é causado pela falta de qualificação das pessoas e pelo Desemprego Estrutural, já que os desempregados irão procurar trabalho neste setor.
Estes são alguns problemas sociais, agora estarão listados problemas ambientais gerados pela Urbanização:
-Desmatamento:Ocorre no ambiente rural, geralmente para tirar a cobertura vegetal primária e trocá-la por plantações e pastagens. O Desmatamento causa aumento da temperatura global, erosão, perda de biodiversidade, aumento de CO2 na atmosfera, entre outros problemas.
-Poluição Atmosférica: gerada pelos gases poluentes liberados pelas indústrias, como CO2( gás carbônico) e CH4(metano).
-Chuva Ácida: quando as indústrias liberam no ar o enxofre, este vai se misturar com outras substâncias e formar o H2SO4( ácido sulfúrico). Em outras palavras, vai chover ácido sulfúrico causando a chuva ácida que causa doenças de pele, acidificação das águas e do solo, corrosão de metais e monumentos históricos, etc. Abaixo está o dano que a chuva ácida pode causar a um monumento:
-Efeito Estufa: é o efeito que causa aumento da temperatura global através da liberação de gases estufa como CO2 e CH4. Estes gases impedem que os raios ultravioletas do Sol voltem, mantendo-os presos na Terra. Isso causa, dentre outras consequências, o derretimento das geleiras que ocasiona o aumento do nível do mar, fazendo com que cidades litorâneas sejam inundadas e sumam do mapa. Abaixo está um exemplo de geleira derretida:
-Ilha de Calor: Ocorre em grandes cidades, quando há a intensa desarborização e verticalização fazendo com que a temperatura da cidades suba muito. Embaixo está um esquema de ilha de calor:
-Inversão Térmica: Este é um fenômeno natural que ocorre todo final de madrugada. O normal é que o ar quente esteja em baixo e o ar frio em cima. Com a inversão térmica, esta ordem é trocada. Porém, com a queima de combustíveis fósseis como o petróleo a Inversão Térmica está deixando de ser um fenômeno apenas natural e está ocorrendo em pleno dia. Assim, os gases poluentes não conseguem passar pela camada de ar frio que fica em baixo com a Inversão e acabam criando uma nuvem de fumaça que causa aumento da temperatura e doenças respiratórias. Abaixo está representado o normal e o invertido:
-Resíduos Sólidos: É o chamado lixo urbano, gerado pelo consumismo. As formas de solução são: lixão, aterro sanitário, incineração e reciclagem. Veja abaixo o tempo que cada material jogado na natureza demora para se decompor( em especial, observe o tempo que um simples pedaço de vidro leva para se decompor):
Assim, podemos concluir que a Urbanização possui 2 faces: a boa que gera desenvolvimento e industrialização e a ruim que gera todos esses problemas sociais e ambientais citados. A melhor maneira de conciliar a Urbanização com o bem da sociedade e da natureza é através do desenvolvimento sustentável, ou seja, desenvolvimento e natureza sempre juntos.
OBS: Nem todos os países do mundo são urbanizados. Grande parte dos países africanos, socialistas e alguns subdesenvolvidos são ruralizados.
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* Como tem-se experimentado com a dicotomia urbano-rural
Referências
DEÁK, Csaba (1985) Rent theory and the price of urban land/ Spatial organization in a capitlaist economy PhD Thesis, Cambridge, esp. Cap 4: "Location and space"
DEÁK, Csaba (1989) "O mercado e o Estado na organização espacial da produção capitalista" Espaço & Debates, 28:18-31
DEÁK, Csaba (1999) "O processo de urbanização no Brasil: falas e façanhas" in DEÁK, Csaba e SCHIFFER, Sueli (1999) O processo de urbanização no Brasil Edusp/Fupam, São Paulo
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