quarta-feira, julho 31, 2013
Evo explica a verdadeira dívida externa!!!
Exposição do Presidente Evo Morales ante a reunião de Chefes de Estado da Comunidade Europeia 
Com linguagem simples, que era transmitida em tradução simultânea a mais de uma centena de Chefes de Estado e dignitários da Comunidade Européia, o Presidente Evo Morales conseguiu inquietar sua audiência quando disse:
Aqui eu, Evo Morales, vim encontrar aqueles que participam da reunião.
Aqui eu, descendente dos que povoaram a América há quarenta mil anos, vim encontrar os que a encontraram há somente quinhentos anos.
Aqui pois, nos encontramos todos. Sabemos o que somos, e é o bastante. Nunca pretendemos outra coisa. O irmão aduaneiro europeu me pede papel escrito com visto para poder descobrir aos que me descobriram. O irmão usurário europeu me pede o pagamento de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei a vender-me.
O irmão rábula europeu me explica que toda dívida se paga com bens ainda que seja vendendo seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu os vou descobrindo. Também posso reclamar pagamentos e também posso reclamar juros. Consta no Archivo de Indias, papel sobre papel, recibo sobre recibo e assinatura sobre assinatura, que somente entre os anos 1503 e 1660 chegaram a San Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Saque? Não acredito! Porque seria pensar que os irmãos cristãos pecaram em seu Sétimo Mandamento.
Expoliação? Guarde-me Tanatzin de que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue de seu irmão!
Genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomé de las Casas, que qualificam o encontro como de destruição das Indias, ou a radicais como Arturo Uslar Pietri, que afirma que o avanço do capitalismo e da atual civilização europeia se deve à inundação de metais preciosos!
Não! Esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinado ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não só de exigir a devolução imediata, mas também a indenização pelas destruições e prejuízos. Não Eu, Evo Morales, prefiro pensar na menos ofensiva destas hipóteses. Tão fabulosa exportação de capitais não foram mais que o início de um plano ‘MARSHALLTESUMA’, para garantir a reconstrução da bárbara Europa, arruinada por suas deploráveis guerras contra os cultos muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, do banho cotidiano e outras conquistas da civilização. Por isso, ao celebrar o Quinto Centenário do Empréstimo, poderemos perguntar-nos: Os irmãos europeus fizeram uso racional, responsável ou pelo menos produtivo dos fundos tão generosamente adiantados pelo Fundo Indoamericano Internacional?
Lastimamos dizer que não. Estrategicamente, o dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em armadas invencíveis, em terceiros reichs e outras formas de extermínio mútuo, sem outro destino que terminar ocupados pelas tropas gringas da OTAN, como no Panamá, mas sem canal. Financeiramente, têm sido incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de cancelar o capital e seus fundos, quanto de tornarem-se independentes das rendas líquidas, das matérias primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este deplorável quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e os juros que, tão generosamente temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus as vis e sanguinárias taxas de 20 e até 30 por cento de juros, que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos adiantados, mais o módico juros fixo de 10 por cento, acumulado somente durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base, e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, informamos aos descobridores que nos devem, como primeiro pagamento de sua dívida, uma massa de 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambos valores elevados à potência de 300. Isto é, um número para cuja expressão total, seriam necessários mais de 300 algarismos, e que supera amplamente o peso total do planeta Terra. Muito pesados são esses blocos de ouro e prata. Quanto pesariam, calculados em sangue? Alegar que a Europa, em meio milênio, não pode gerar riquezas suficientes para cancelar esse módico juro, seria tanto como admitir seu absoluto fracasso financeiro e/ou a demencial irracionalidade das bases do capitalismo.
Tais questões metafísicas, desde logo, não inquietam os indoamericanos. Mas exigimos sim a assinatura de uma Carta de Intenção que discipline os povos devedores do Velho Continente, e que os obrigue a cumprir seus compromissos mediante uma privatização ou reconversão da Europa, que permita que a nos entregue inteira, como primeiro pagamento da dívida histórica. * Segundo algumas fontes este teria sido o texto de um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia.
A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc.*
Enviado por Marcos Paulo
Aqui eu, descendente dos que povoaram a América há quarenta mil anos, vim encontrar os que a encontraram há somente quinhentos anos.
Aqui pois, nos encontramos todos. Sabemos o que somos, e é o bastante. Nunca pretendemos outra coisa. O irmão aduaneiro europeu me pede papel escrito com visto para poder descobrir aos que me descobriram. O irmão usurário europeu me pede o pagamento de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei a vender-me.
O irmão rábula europeu me explica que toda dívida se paga com bens ainda que seja vendendo seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu os vou descobrindo. Também posso reclamar pagamentos e também posso reclamar juros. Consta no Archivo de Indias, papel sobre papel, recibo sobre recibo e assinatura sobre assinatura, que somente entre os anos 1503 e 1660 chegaram a San Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Saque? Não acredito! Porque seria pensar que os irmãos cristãos pecaram em seu Sétimo Mandamento.
Expoliação? Guarde-me Tanatzin de que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue de seu irmão!
Genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomé de las Casas, que qualificam o encontro como de destruição das Indias, ou a radicais como Arturo Uslar Pietri, que afirma que o avanço do capitalismo e da atual civilização europeia se deve à inundação de metais preciosos!
Não! Esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinado ao desenvolvimento da Europa. O contrário seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito não só de exigir a devolução imediata, mas também a indenização pelas destruições e prejuízos. Não Eu, Evo Morales, prefiro pensar na menos ofensiva destas hipóteses. Tão fabulosa exportação de capitais não foram mais que o início de um plano ‘MARSHALLTESUMA’, para garantir a reconstrução da bárbara Europa, arruinada por suas deploráveis guerras contra os cultos muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, do banho cotidiano e outras conquistas da civilização. Por isso, ao celebrar o Quinto Centenário do Empréstimo, poderemos perguntar-nos: Os irmãos europeus fizeram uso racional, responsável ou pelo menos produtivo dos fundos tão generosamente adiantados pelo Fundo Indoamericano Internacional?
Lastimamos dizer que não. Estrategicamente, o dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em armadas invencíveis, em terceiros reichs e outras formas de extermínio mútuo, sem outro destino que terminar ocupados pelas tropas gringas da OTAN, como no Panamá, mas sem canal. Financeiramente, têm sido incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de cancelar o capital e seus fundos, quanto de tornarem-se independentes das rendas líquidas, das matérias primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este deplorável quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e os juros que, tão generosamente temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus as vis e sanguinárias taxas de 20 e até 30 por cento de juros, que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos adiantados, mais o módico juros fixo de 10 por cento, acumulado somente durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base, e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, informamos aos descobridores que nos devem, como primeiro pagamento de sua dívida, uma massa de 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambos valores elevados à potência de 300. Isto é, um número para cuja expressão total, seriam necessários mais de 300 algarismos, e que supera amplamente o peso total do planeta Terra. Muito pesados são esses blocos de ouro e prata. Quanto pesariam, calculados em sangue? Alegar que a Europa, em meio milênio, não pode gerar riquezas suficientes para cancelar esse módico juro, seria tanto como admitir seu absoluto fracasso financeiro e/ou a demencial irracionalidade das bases do capitalismo.
Tais questões metafísicas, desde logo, não inquietam os indoamericanos. Mas exigimos sim a assinatura de uma Carta de Intenção que discipline os povos devedores do Velho Continente, e que os obrigue a cumprir seus compromissos mediante uma privatização ou reconversão da Europa, que permita que a nos entregue inteira, como primeiro pagamento da dívida histórica. * Segundo algumas fontes este teria sido o texto de um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia.
A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc.*
Enviado por Marcos Paulo
quarta-feira, julho 24, 2013
sexta-feira, julho 19, 2013
CARTA DE DESPEDIDA!!!
CARTA DE DESPEDIDA DA REDE ISAAC NEWTON
Boa noite nobres e queridos alunos.
Venho por meio de esta comunicar que não mais faço parte do corpo docente do Ensino Médio da Rede IsaacNewton. A partir do próximo semestre não serei mais o professor de Geografia das turmas do 2ºs e 3ºs anos do Ensino Médio. Após dois anos e meio na escola, dou esta notícia com profundo pesar, pois além da relação professor/alunos tenho para com vocês um carinho especial e uma amizade sincera. Um novo horizonte profissional se abre a partir de agora, mas saibam que levarei em meu coração cada sorriso e cada brincadeira destes anos e espero que os senhores nunca se esqueçam de que o maior responsável pelo seu sucesso é o espelho. Continuarei na Rede Isaac Newton no turno vespertino com as turmas de 7º e 9ºs anos... Mas, não há como negar que em meu coração há uma nuvem escura de tristeza por não terminar o ano com vocês e, assim, não escrever mais seis meses de um convívio que sempre foi muito bacana, de respeito e consideração. Chamo cada um de brother e essa não é uma gíria comum para mim. Faço-o porquê sem cada um de vocês meu trabalho não seria absolutamente nada, sou grato por nestes dois anos e meio me darem a oportunidade de ser escutado, de escutar, de rir, de brigar, de ensinar e mais do que nunca APRENDER. Uma pena, mas a vida reserva caminhos para nós que às vezes nos faz abandonar aquilo que gostamos. Mas, é assim que o jogo segue. Coloco-me à disposição de cada um, sempre. Contem comigo para o que precisarem. Foram muitas risadas, informações, dicas, conselhos e aprendizados que confesso estar sem graça ao escrever e chateado por ter que dar a vocês esta notícia de forma impessoal e aparentemente fria. Diferentemente do que me é peculiar tentarei ser breve, pois temo não conseguir terminar de escrever essa que não é uma despedida e sim um até logo. Recebam bem o próximo professor e dediquem a ele o mesmo carinho que tinham por mim (SQN, rs). Não se esqueçam dos 3 F’s – FOCO, FORÇA E FLAMENGO e nem das 13 regras. Não se esqueçam do PAS e da UNB. E o mais importante: Não se esqueçam de fazer o bem para as pessoas. Nada no mundo é mais importante do que isso. Nada nesta vida tem valor a não ser quando esta é avaliada pela nossa força de fazer bem para as pessoas. Sem preconceitos, sem julgamentos. Lutem pelos seus direitos, mas, não se esqueça dos direitos de quem esta ao seu lado. Gosto sempre de lembrar de Nietzsche “Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas.”, ou seja, defendam suas ideias sem se esquecer que é possível modifica-la e aprender com as ideias dos outros.
Eu queria poder agradecer nominalmente cada um de vocês, mas, o facebook só marca 50... e nem todos estão aqui. Queria desejar um fraterno abraço ao pessoal do 3º ano de Taguatinga molecada que esteve comigo desde o meu 1º dia de escola, e era um desejo pessoal terminar este ciclo no Ensino Médio com vocês meus camaradas, vocês me acolheram tão bem graças a pude dar seguimento aomeu trabalho na escola. Um beijo no coração do 2ºdão do Riacho, parceria maneira com essa molecada desde o ano passado (Acreditem no potencial de vocês meninos e não deixem que duvidem que vocês são sinistros). E aos meus novos Brothers do 2º Taguá e 3º Riacho por estes seis meses de um trampo maravilhoso e um convívio maneiro, turmas que possuem verdadeiros craques, só não esqueçam: Nesta vida o sucesso é pautado em 1% de dom e 99% de suor. Arregacem as mangas que assim o mundo será pequeno para o sonho de vocês. Peço-lhes perdão por qualquer equívoco, expressão, repreensão ou atitude mais severa tanto as necessárias como as desnecessárias. Espero que compreendam estas como uma forma de atingir o coração de cada um de vocês para um caminho menos doloroso que a vida tende a nos empurrar. Acredito muito no potencial de cada um e espero que nunca duvidem disso. Peço ao terceirão que não me exclua dos churrascos. rsssss igual o 2º ano do Riacho fez ano passado.... kkkkkkkkkkkkk . Tentarei seguir com vocês no PRE-PAS se assim a escola permitir.
Saio da vida de vocês como professor (diariamente em sala de aula), mas nunca como amigo, nunca mesmo. O blog, as twitcam’s, o face estão à disposição de vocês, sempre que precisarem. Para assuntos acadêmicos e afins.
Obrigado por cada bate-papo, por cada debate, por cada discussão, por cada confusão. Se hoje sou uma pessoa melhor do que fui ontem é porque tive a oportunidade de conviver com cada um de vocês.
Peço-lhes perdão, pois as palavras não devem ter soado com a emoção que eu queria transmitir, tampouco, com a beleza do sentimento que tenho por cada um. Mas, termino este breve texto asseverando que:
VOCÊS SÃO FUNDAMENTAIS EM MINHA VIDA!!! TAMO JUNTO!!! LEVO PRA SEMPRE CADA UM DE VOCÊS EM MEU CORAÇÃO. PODEM TER CERTEZA.
Queria agradecer aos colegas e amigos da Rede, por todo apoio e carinho, parceiros que gostaria de compartilhar toda minha vida de docência. Contem comigo sempre. Continuamos juntos!!!
Um grande beijo no coração de todos!!!
FLÁVIO BUENO
CRÔNICA DO DIA!!!! Médicos para quem? Precisamos de pajés, xamãs e curandeiros ou de alguém que queira trabalhar...
CRÔNICA DO DIA!!!!
Médicos para quem?
Precisamos de pajés, xamãs e
curandeiros ou de alguém que queira trabalhar...
por Flávio Bueno
Esta senhorita (Vídeo abaixo) consegue em suas análises
elucidar algumas de minhas indagações e ganhou um fã.... O projeto do governo
em relação a popularização da medicina (diga-se de passagem muito bom) não
interessa aos caciques dos Conselhos Regionais e nem aos médicos que enriquecem
seus bolsos fingindo que trabalham na rede pública quando na verdade estão em
seus consultórios. A classe médica deste país, salvo raríssimas exceções, é de
um asqueroso corporativismo, que mais uma vez merece todo desprezo da
população. Os médicos não são semideuses e precisam ser cobrados, aliás, como
qualquer profissional. Só que os mesmos não admitem serem fiscalizados pela
população. Quantas vezes você ouviu dizer de casos de médicos que negligenciam
(rede pública ou privada)? Que se negam a prestar atendimento? Isso mesmo negar
atendimento. Eu conheço ou vivi situações que não cabem nas mãos de 100
pessoas, e mais uma vez não foi só na Rede Pública. Aliás, sugiro que façamos
deste espaço um campo para denúncias. Atire a primeira pedra quem nunca ficou
na fila de um hospital esperando a boa vontade do fulano ou do ciclano que
simplesmente não cumpre o horário.
Temos o melhor modelo de sistema de saúde do planeta (SUS),
que para quem não sabe está sendo estudado com afinco pelo presidente OBAMA e
seus assessores. Estão levando este projeto para os EUA, país que possui um
sistema de saúde deplorável, que de duas uma, ou esta entregue aos ratos ou
esta a mercê dos planos de saúde. Aliás, perspectiva que se aplica ao modelo corruptório
da gestão da saúde brasileira, pois a nossa capacidade de copiar o que é ruim
está acima de qualquer coisa. Viramos reféns ou da ineficiência da gestão
pública ou da igual ineficiência da rede privada, sobretudo, dos caças níqueis,
conhecidos como: planos de saúde. Tente marcar uma consulta usando qualquer
plano de saúde??? Faça o teste e me diga. Tem muito hospital particular que
deveria ser apelidado de açougue ou frigorífico, pois trata o paciente igual um
pedaço de carne morta. E cito alguns: Anchieta, Santa Lúcia, Hospital Brasília,
dentre outros. Chegamos ao disparate de ter que pedir pelo amor de Deus para um
hospital particular aceitar uma emergência. Meu pai ficou duas horas esperando
para ver se algum hospital aceitava sua entrada na UTI e isso com um dos planos
de saúde mais caros do país. Só para constar, essa demora pode ter custado a
sua vida à exatos 1 ANO E 6 MESES. Você paga plano de saúde é para ter
conforto, pois o profissional é o mesmo, e se você não tem esse fatídico conforto
então por que pagamos? Não é mais fácil cobrar a eficiência do serviço público?
Mas, somos tão acomodados que preferimos a "tranquilidade" de ser
enganado por estes planos de saúde mequetrefes instalados no Brasil. Mas, este
é um tópico para outro debate.
O nosso modelo de gestão de saúde (digo modelo) é excelente
e parte da sua eficácia deveria ser de responsabilidade dos profissionais de
medicina, que por muitas vezes não fazem seu papel básico de cumprir horário.
Repito, tem muita coisa errada na gestão da saúde pública deste país, e parte
dela se aplica aos "Doutores" que se veem abaixo apenas de Deus, e
olhe lá. Médico não quer ponto eletrônico nos hospitais? Ah faça-me o favor,
vocês doutores, exigem demais e trabalham de menos. Vamos tentar equalizar a
situação. As faculdades de medicina das universidades federais são verdadeiros
campos de uma burguesia que nunca desejou pisar em um hospital público,
tampouco, construir um país onde a saúde de qualidade seja acessível a todos.
Muito pelo contrário, o cara que sair de lá, se possível, com seu consultório
prontinho, para atender membros de sua mesma classe social. É assim que os
senhores querem um país melhor? Ou tem alguém aqui achando que o objetivo dos
médicos é popularizar a sua profissão? A nossa jornalista definiu bem, menos
médicos significam mais concentração de renda, ou seja, eles manterão o seu
padrão de vida alto e seus status quo de rei, duques, barões, etc. Uma
monarquia perfeita, onde o bobo da corte é justamente o paciente.
Memória curta é um problema, mas, não vejo um médico deste
que vêm à mídia demonstrar a sua indignação corporativista, participar do
Projeto Rodom. Largar um pouco seu consultório no Lago Sul e montar uma tenda
de saúde social preventiva uma vez por ano lá em Águas Lindas, Estrutural, etc.
A saúde no Brasil é uma farsa por culpa dos seus profissionais, ligados a máfia
dos planos de saúde, das funerárias, dos cemitérios (que se for investigar aqui
em Brasília ia ter uma nobre deputada e sua família sendo escoltada direto pra
Papuda), aos laboratórios (que pagam propinas aos médicos para eles receitarem
seus medicamentos), empresas de aparelhamento hospitalar ( onde o dinheiro rola
solto, sobretudo, no processo de licitação. Tem muito médico que usa
esparadrapo de uma marca por conta de uma mesada que recebe no fim do mês.
Aliás, a grande população não tem ideia do ganho e da quantidade de material
utilizado em um hospital e da grana que circula. Raramente, você verá um
hospital falindo, pois um agulha de cirurgia que custa R$ 0,10 pro hospital,
sairá para você por mais de R$3 ou R$4). Não são todos os profissionais da
saúde, não quero cometer uma inferência,
mas sobretudo os que comandam os órgãos competentes, os que são
influentes e os que querem se perpetuarem como Deus da sociedade tupiniquim.
Apoio ao projeto de popularização e sociabilização da saúde
no país. Eu Apoio incondicionalmente. E você que quer um país melhor, com uma
saúde socializada, com médicos para todos, deveriam apoiar também. Sem
politicagem baixa, sem interesses financeiros e ideológicos. E sim, por um país
melhor.
Vamos usar este espaço para denúncias. Conte seu caso e eu,
pessoalmente, propagarei até o momento que ele possa ser ouvido pelas
autoridades competentes. Se não quer trabalho, senhor médico (nego-me a
chamá-los de doutor, pois nem todos tem doutorado e os mesmos não merecem o
respeito que exigem com a utilização deste substantivo), faça um curso de crochê
ou vai ser presidente da FIFA ou da CBF.
Meus alunos já o conhecem, mas para os que desejam conhecer
a realidade da saúde pública dos EUA. Basta acessar o link abaixo que um
documentário de qualidade estará disponível a todos. PS: Não viaje aos States
sem um pomposo seguro, pois se você precisar do serviço público de saúde deles
cara pálida, vai se deparar com algo muito pior até do o nosso fatídico SUS.
http://flavioebueno.blogspot.com.br/2013/07/sicko-sos-saude-michael-moore-completo.html
sexta-feira, junho 28, 2013
Crônica do Dia!!! "Dizem que ela existe pra ajudar, dizem que ela existe pra proteger"
Mini Crônica do Dia ~
"Dizem que ela existe pra ajudar, dizem que ela existe pra proteger"
por Professor Flávio Bueno
Acho engraçado certas perspectivas neste país... Cômico para não dizer trágico. Hoje, um dos alvos dos protestos é a violência policial. Este que pode receber rojões, sinalizadores, pedradas, cusparadas e afins, e, ainda sim, serem os vilões de todo este processo. Agora, a mesma polícia que hoje é alvo, eram heróis no processo "bem sucedido" de pacificação das favelas cariocas, trabalho este que não se cansa em receber prêmios de projetos de segurança pública no planeta, sendo comparada, inclusive, com o processo de pacificação dos guetos de Nova Iorque. Aliás, quando o filme Tropa de Elite (recorde de bilheteria do cinema nacional) todos construíram um esteriótipo de herói nacional na figura do Capitão Nascimento e da repressão policial contra o poder do tráfico, personagem idolatrado por crianças, adolescentes, adultos, pobres e ricos. Agora pedem a desmilitarização da polícia, tem como alvo o Bope, que pode ver seus soldados morrendo a esmo por bandidos e não podem imprimir a sua participação no processo de geração de um ambiente seguro para os cidadãos de bem. Há violência desnecessária, exageros, milícias, etc., que precisam ser combatidos com severidade. Mas, nunca vi Direitos Humanos lutando contra a violência de algo que não gere mídia. Não vejo o trabalho dos Direitos Humanos no dia-a-dia das pessoas normais, acometidas por uma violência social, cultural e psicológica cada vez mais dramática e incisiva aos mais desprovidos. Mas, quando temos a mídia envolvida a participação é efetiva e algumas vezes totalmente parcial e intransigente deste órgão criado para proteger os seres humanos, e vale o lembrete que apesar da farda o policial ainda não é um E.T, pelo menos que eu saiba. Mas, quem sabe esta seja uma visão neblinar de minha parte. Acredito, notoriamente, que excessos precisam ser investigados. Mas, daí projetar uma desmilitarização da polícia, achando que a sociedade por si só é capaz de gerar a sua própria segurança é de uma ingenuidade, de uma utopia, que beira a ridicularização, uma ignorância forçosa, típica de culturas moldadas aos interesses daqueles que não se preocupam com o pobre, o negro, os que são obrigados a entrar na criminalidade por uma convenção social, ou ainda, os que morrem de bala de escopeta, que geralmente não vem da polícia, e que sustentam a fome feroz das necessidades de abastecimento dos filhos de uma oligarquia, sedentas pelo "pó", "balas", "doces" e "baseadinhos" que alegram suas festinhas, baladinhas, micarês, carnavais fora de época, raves e eventos sociais em que a juventude brasileira transgride certas regras básicas de convívio social, mas que não podem ser combatidas, pois, neste contexto, estamos bem próximos de um anarquismo de elite, tão antigo, tão retrogrado e inútil que nem seus inventores os julgariam procedente. Este pseudo anarquismo, desnecessário e inexoravelmente vil, emana suas balas de fuzil, matando inocentes, contudo, lembre-se que nem sempre quem aperta o gatilho usa farda, muitas vezes não. Evitemos o senso comum que encobre, com uma nevoa típica de queimadas savanais as nossas mentes e nos fazem alvo de manobras que acobertam os verdadeiros antagonistas da sociedade brasileira. A proteção social, função primordial a cargo da polícia, depende, sobretudo, da necessidade de proteção das nossas próprias congruências e perspectivas que apagam nosso senso moral e ético e tornam nossa sociedade um campo de deploráveis intrigas e interesses. Quando estas ideias forem modificadas talvez tenhamos uma polícia e uma sociedade semelhante a do filme Demolidor, antes do Wesley Snippes ser descongelado, aparecer e tornar a cidade utópica de San Angeles um lugar normal e bem próximo da normalidade, afinal de contas o problema não é como a policia age e sim como o ser humano é construído moralmente. A polícia não é a causa geradora das transgressões sociais. É apenas consequência de uma sociedade habituada a transgredir.
sexta-feira, junho 21, 2013
Crônica do Dia "O temor de uma revolução às avessas" (Parte 1)
Crônica do Dia
"O temor de uma revolução às avessas" (Parte 1)
por Flávio Bueno
Os brasileiros, infelizmente, não tem a verdadeira noção do que pode estar acontecendo e, de maneira impensada, podem estar promovendo uma revolução às avessas. Repito, construir um espaço geográfico de tensão e caos gera uma imprevisibilidade que se assemelham aos grandes desastres de caráter sociológico da história de nosso planeta. Precisamos repensar, e estimo a essa juventude, mais uma vez, que se aprofunde na discussão, pra evitarmos um mal maior. E o aprofundamento não necessariamente significa ir às ruas, protestar, apesar deste ser um veículo legitimado por nosso Estado Democrático de Direito, desde que seja sob a alcova da pacificidade, mas sim, estudar as perspectivas políticas e sociais que se inserem em nosso país. Isso, evidentemente, nos tornará mais capacitados para o dialogo e, logicamente, para a mudança de nossa nação.
Não podemos apagar de nosso convívio político as instituições republicanas de nossa sociedade, isso é grave, e elas precisam ser o elo entre povo e governo. E se elas não cumprem as suas funções, reforme-as, torne-as mais democráticas, participe para que estas sejam o espelho de suas lutas, que peleja seha coletiva e não sob a perspectiva de nossos centros gravitacionais.
"O temor de uma revolução às avessas" (Parte 1)
por Flávio Bueno
Os brasileiros, infelizmente, não tem a verdadeira noção do que pode estar acontecendo e, de maneira impensada, podem estar promovendo uma revolução às avessas. Repito, construir um espaço geográfico de tensão e caos gera uma imprevisibilidade que se assemelham aos grandes desastres de caráter sociológico da história de nosso planeta. Precisamos repensar, e estimo a essa juventude, mais uma vez, que se aprofunde na discussão, pra evitarmos um mal maior. E o aprofundamento não necessariamente significa ir às ruas, protestar, apesar deste ser um veículo legitimado por nosso Estado Democrático de Direito, desde que seja sob a alcova da pacificidade, mas sim, estudar as perspectivas políticas e sociais que se inserem em nosso país. Isso, evidentemente, nos tornará mais capacitados para o dialogo e, logicamente, para a mudança de nossa nação.
Não podemos apagar de nosso convívio político as instituições republicanas de nossa sociedade, isso é grave, e elas precisam ser o elo entre povo e governo. E se elas não cumprem as suas funções, reforme-as, torne-as mais democráticas, participe para que estas sejam o espelho de suas lutas, que peleja seha coletiva e não sob a perspectiva de nossos centros gravitacionais.
Nestes 25 anos de democracia (diga-se de passagem, um bebê recém-nascido, comparado com outras repúblicas) temos alguns ganhos importantes. Inflação controlada, estabilidade econômica, queda considerável nos níveis de desemprego (um dos mais baixos entre as grandes potências econômicas mundiais), uma evolução do colchão social, a Lei da Ficha Limpa, o ACM morreu (falta o Sarney, Calheiros, Roriz, etc), melhor atuação e investimento maciço da Polícia Federal e no Ministério Público, liberdade de imprensa, protagonismo na política internacional, relação harmoniosa com os vizinhos, crescimento no poder de compra da população, Ficha Limpa, Crescimento considerável do acesso as universidades públicas e particulares e nas escolas técnicas (Saldo de quase 3,5 milhões por ano), ou seja, são ganhos, que para um país que só tem 25 anos de democracia, são bem consideráveis. E em dado momento de crise conjuntural que destruiu o poder de compra de europeus e americanos, é preciso que se entenda que estamos sobrevivendo bem ao processo. A Espanha teve seu desemprego considerado pelo FMI nesta quarta como: criticamente inaceitável - São 30 milhões de desempregados em uma população de pouco mais de 90 milhões, enquanto o nosso é 6 vezes menor, com uma população duas vezes maior.
Muitos dos que estão indo aos protestos pouco conhecem as vertentes sociais e econômicas que estamos reivindicando e não sabem contra quem estão lutando. Neste contexto, repito um texto que escrevi esta semana: "Para lutar por nossos direitos é imprescindível conhecer todos os nossos deveres, sobretudo, conhecer nossa Carta Magna, nossa Constituição, até para saber como que se pode lutar". Desconhecemos o que podemos fazer, e o pior desconhecemos como podemos fazer. Segue o Preâmbulo da CF 88 para elucidar as mentes dos senhores:
"Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL"...
Uma revolução desorganizada, ou que serve aos interesses de uma minoria, geralmente, tem como consequência a tragédia. Não sabemos no que estamos nos enfiando, não entendemos os meandros dessa revolta e o que temos por detrás dela. A mídia está incitando a população a ir às ruas, porque além de todos os fatores supracitados, hoje esta discussão pública trás audiência, vide a cobertura jornalistica das TV's abertas e fechadas, ocorridas no dias da semana recorrente.
Mas, a geração do caos, tem nos feito muito mais alvo do que nossa inteligencia é capaz de perceber. Pode parecer que estou defrontando a minha própria perspectiva em relação as necessidades desse país, que, de fato, precisa de uma revolução moral e cultural, pois somos um povo afundado no extinto corruptório, mas "temo" por assistir o retorno de uma vida de liberdade privada, controlada e desumana. As manifestações que se sucedem são muito parecidas com as que ocorreram em 1964 que deram origem ao Golpe Militar. Para conhecer um pouco de nossa história pesquisem sobre a "A Marcha da Família com Deus pela Liberdade" e como ela gerou o fatídico dia 31 de Março de 1964. E a grande maioria da população jovem deste país não tem um pingo da noção do terror que era viver com este tipo de gestão governamental nada democrática, aliás, pelo contrário, extremamente severa, "democraticida" na essência (termo utilizado para definir a caça aos que buscavam a democracia), momento épico na vida de privação dos sentidos políticos e sociais, momento em que o pânico rondava a vida da população brasileira, e quando se afirma isso, leia-se povo, sobretudo pobres, estudantes, etc. As elites oligárquicas deste país, adoraram a ideia de conviver com o controle social, afinal, os militares os protegiam de qualquer contato com proletários e o povo mais desprestigiado de renda.
Precisamos de uma reforma política, de uma reforma tributária, de uma reforma previdenciária, de uma reforma... Aliás, chega de reformas! Precisamos reconstruir, sobretudo, reconstruir a nossa mente, a nossa cultura passiva, a nossa cultura do interesse, a nossa cultura que ainda acha que o voto é um dever e não um direito. Assisti, em 1989, um espetáculo maravilhoso da democracia, e minha mãe emocionada por ter conquistado o direito de eleger os seus representantes. Atualmente, a gente faz de tudo para não ter que atravessar uma fila para fazê-lo.
Um trecho de um texto que escrevi e que me ajuda a elucidar como a corrupção está inserida em nosso convívio social.
Não vejo nenhum católico protestando sobre os gastos abusivos de verba pública para a realização da Jornada Mundial da Juventude ou, ainda, no Pentecostes do Padre Moacir, Festas como Hallel, etc... tampouco, vejo evangélicos indignados com a festa de terrenos públicos que foram disponibilizados para os templos por conta da bancada evangélica da Câmara Legislativa, e nem se cogita criticar os eventos gospel garantidos pelos deputados Cristiano Araújo, com verba pública. Feliciano então, esse é adorado por evangélicos, o que é lamentável. Aliás, pouco se fez até agora para punir Brunelli, Rodovalho, Roney Nemer (o último foi recentemente condenado pelo TJDF a pagar uma quantia superior a 1 milhão de reais aos cofres públicos) e outros que indagam o nome de Deus para satisfazer a fome do próprio bolso. Isso também é corrupção, é uso abusivo de dinheiro público, é política do pão e circo. E deveria valer o nosso protesto, as pessoas deveriam sair nas ruas indignados!!! A corrupção só acaba quando você muda a mente, o mundo muda com a mudança da gente, parafraseando Gabriel o Pensador. Tem os que vociferam palavras de ordem e anseios por mudanças, análises políticas baseadas no CTRL C / CTRL V, mas adoram sonegar um imposto, comprar CD e DVD pirata, fazer gato net, estacionar em vaga de deficiente, falsificar carteirinha para meia entrada. A lista de transgressões na qual estamos inseridos todos os dias é bem longa não é? Comece minimizando-as. #hipócritas #modinhas. É a política do faça o que eu falo e não o que eu faço. Punição vale pros outros, mas não vale pra mim! Ou... para os meus amigos tudo, para os meus inimigos a lei. Assim, nem todo protesto do mundo seria capaz de mudar as perspectivas políticas de um país. Enquanto o umbigo for a parte mais importante de seu universo, o mundo não vai mudar.
Reformas e revoluções não se fazem com máscaras. Aliás, todos os revolucionários tem os seus rostos conhecidos, não se furtaram a ideia de ser uma inspiração aos jovens, não temeram represálias, usaram as armas do carisma, de uma pauta bem definida, de conceitos ideológicos bem fundamentados, que poderiam gerar controvérsias, mas, tinham a credibilidade da face a mostra, as claras, destemidas, etc. Quer mudar o país não se esconda. Tem videos e frases de efeitos circulando na internet que não significam nada, primeiro pela falta de identidade e em seguida pela falta de profundidade política. Revolucionários sem face, que se escondem, não merecem a nossa credibilidade, não merece o nosso apoio.
Líderes de verdade não defendem a violência e não são intransigentes. Em uma democracia precisamos estar abertos ao diálogo, ao debate, a interlocução de ideias. Aliás, precisamos de uma liderança que, realmente, represente o povo. Afinal de contas democracia significa: Poder ao, para e pelo POVO. Esta, revolução precisa ser de mente, de consciência, de postura e não mais uma "farrinha" para jovens desordeiros se divertirem, pelo simples fato de entramos no que chamamos de anormose (política de fazer tudo aquilo que é normal, defendida pelo meu brilhante discente Victor Hugo)no populacho é um simples #modismo.
Só mobilizaremos um contingente maior de brasileiros para esta causa, se os mesmos sentirem-se seguros ao manifestar. Precisamos que todos os brasileiros lutem pela mesma causa. A violência afasta os trabalhadores, as famílias e as pessoas de bem. Repito. Temos problemas no Congresso? Evidentemente que sim, mas não é só lá. O judiciário precisa ser investigado. O funcionalismo público precisa ser investigado. O empresário precisa ser investigado. A nossa sociedade precisa ser investigada. Pois, somos contraventores culturais e, infelizmente, com uma naturalidade ímpar na arte de corromper e ser corrompido, principalmente, quando quando se analisa outras culturas, ou pelo menos fortalecemos em nossa Pátria Amada o espírito da impunidade, típicas de colônias de exploração, que tiveram suas riquezas ceifadas pelo olho gordo das metrópoles e grandes potências nos últimos 500 anos. É notório que que a corrupção não é uma perspectiva apenas nossa. Mas, como ouvi de um especialista na área de tributos: "A corrupção existe em todos os espaços onde há recolhimento de tributos, de impostos".
O que percebi nestes episódios é que Jovens do Brasil estão até mobilizados por uma causa justa, todavia, os atos de alguns e a falta de profundidade política da grande maioria os faz descer a ladeira da mediocridade e da ignorância. Assim, não se muda nem a nossa vida quiçá a vida de um POVO. Não vejo a participação popular, não vejo os movimentos sociais, não tem organismos, conselhos, sindicatos, associações, ou seja, não se percebe a participação efetiva do proletário. O povo, as classes mais pobres, não estão participando do processo, e as que participam, estão moldadas a voz de uma revolução de Classes A e B, que tem espaço para reivindicação, mas que não sofrem com parte considerável dos problemas sociais que nos aflige. Tais seres lutam por elementos que destoam de sua realidade diária, o que beira a hipocrisia. Ao final disso tudo, a corda vai estourar e roer com força pro lado mais fraco: os pobres e os inocentes. Enquanto os "estudantes de arquitetura" que destroem janelas de palácios, os "estudantes de ciências políticas" que não dialogam com as instituições republicanas, os "estudantes de sociologia" que são repressores e violentos. Os "estudantes de filosofia" que não são éticos, os "estudantes de Direito" que não entendem da Constituição, os "professores" que não tem uma postura minimamente educadora e incitam a desordem e a manifestação sem profundidade, os "estudantes de engenharia civil" contrários a Copa, mas que fazem estágio no Itaquerão, se remoem pois, não aceitam dividir seus espaços na universidade com os mais pobres, ou que seus empregados comprem nas mesmas lojas, etc. Ao final disso tudo atis seres colocaram suas nádegas numa poltrona da Américan Air Lines e passarão um tempo assistindo espetáculos de princesas da Disney na Flórida. E mais uma vez: #hipocrisia.
Não podemos permitir que a nossa causa se misture com a causa de um traficante, de bandido, de oportunistas, ou que o espaço sirva para os dois. Lutar não predispõe vitória, mas significa aprendizado e evolução. Já chamamos a atenção do mundo saindo às ruas... Agora já podemos sentar e apresentar, de forma coerente, as nossas necessidades, não as individuais, mas as coletivas... Justiça sempre, Corrupção nunca, sobretudo a nossa.
As cenas do próximo capítulo requerem nossa atenção e discernimento, principalmente o segundo elemento.
Finalizo com uma frase bem simples: Quando todos estivermos segurando as mãos, lutando pela mesma causa, quem apertará o gatilho??? Enviado a mim pelo amigo Diego Pires, creditado a um nobre que atendia pelo nome de BOB MARLEY.
Muitos dos que estão indo aos protestos pouco conhecem as vertentes sociais e econômicas que estamos reivindicando e não sabem contra quem estão lutando. Neste contexto, repito um texto que escrevi esta semana: "Para lutar por nossos direitos é imprescindível conhecer todos os nossos deveres, sobretudo, conhecer nossa Carta Magna, nossa Constituição, até para saber como que se pode lutar". Desconhecemos o que podemos fazer, e o pior desconhecemos como podemos fazer. Segue o Preâmbulo da CF 88 para elucidar as mentes dos senhores:
"Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL"...
Uma revolução desorganizada, ou que serve aos interesses de uma minoria, geralmente, tem como consequência a tragédia. Não sabemos no que estamos nos enfiando, não entendemos os meandros dessa revolta e o que temos por detrás dela. A mídia está incitando a população a ir às ruas, porque além de todos os fatores supracitados, hoje esta discussão pública trás audiência, vide a cobertura jornalistica das TV's abertas e fechadas, ocorridas no dias da semana recorrente.
Mas, a geração do caos, tem nos feito muito mais alvo do que nossa inteligencia é capaz de perceber. Pode parecer que estou defrontando a minha própria perspectiva em relação as necessidades desse país, que, de fato, precisa de uma revolução moral e cultural, pois somos um povo afundado no extinto corruptório, mas "temo" por assistir o retorno de uma vida de liberdade privada, controlada e desumana. As manifestações que se sucedem são muito parecidas com as que ocorreram em 1964 que deram origem ao Golpe Militar. Para conhecer um pouco de nossa história pesquisem sobre a "A Marcha da Família com Deus pela Liberdade" e como ela gerou o fatídico dia 31 de Março de 1964. E a grande maioria da população jovem deste país não tem um pingo da noção do terror que era viver com este tipo de gestão governamental nada democrática, aliás, pelo contrário, extremamente severa, "democraticida" na essência (termo utilizado para definir a caça aos que buscavam a democracia), momento épico na vida de privação dos sentidos políticos e sociais, momento em que o pânico rondava a vida da população brasileira, e quando se afirma isso, leia-se povo, sobretudo pobres, estudantes, etc. As elites oligárquicas deste país, adoraram a ideia de conviver com o controle social, afinal, os militares os protegiam de qualquer contato com proletários e o povo mais desprestigiado de renda.
Precisamos de uma reforma política, de uma reforma tributária, de uma reforma previdenciária, de uma reforma... Aliás, chega de reformas! Precisamos reconstruir, sobretudo, reconstruir a nossa mente, a nossa cultura passiva, a nossa cultura do interesse, a nossa cultura que ainda acha que o voto é um dever e não um direito. Assisti, em 1989, um espetáculo maravilhoso da democracia, e minha mãe emocionada por ter conquistado o direito de eleger os seus representantes. Atualmente, a gente faz de tudo para não ter que atravessar uma fila para fazê-lo.
Um trecho de um texto que escrevi e que me ajuda a elucidar como a corrupção está inserida em nosso convívio social.
Não vejo nenhum católico protestando sobre os gastos abusivos de verba pública para a realização da Jornada Mundial da Juventude ou, ainda, no Pentecostes do Padre Moacir, Festas como Hallel, etc... tampouco, vejo evangélicos indignados com a festa de terrenos públicos que foram disponibilizados para os templos por conta da bancada evangélica da Câmara Legislativa, e nem se cogita criticar os eventos gospel garantidos pelos deputados Cristiano Araújo, com verba pública. Feliciano então, esse é adorado por evangélicos, o que é lamentável. Aliás, pouco se fez até agora para punir Brunelli, Rodovalho, Roney Nemer (o último foi recentemente condenado pelo TJDF a pagar uma quantia superior a 1 milhão de reais aos cofres públicos) e outros que indagam o nome de Deus para satisfazer a fome do próprio bolso. Isso também é corrupção, é uso abusivo de dinheiro público, é política do pão e circo. E deveria valer o nosso protesto, as pessoas deveriam sair nas ruas indignados!!! A corrupção só acaba quando você muda a mente, o mundo muda com a mudança da gente, parafraseando Gabriel o Pensador. Tem os que vociferam palavras de ordem e anseios por mudanças, análises políticas baseadas no CTRL C / CTRL V, mas adoram sonegar um imposto, comprar CD e DVD pirata, fazer gato net, estacionar em vaga de deficiente, falsificar carteirinha para meia entrada. A lista de transgressões na qual estamos inseridos todos os dias é bem longa não é? Comece minimizando-as. #hipócritas #modinhas. É a política do faça o que eu falo e não o que eu faço. Punição vale pros outros, mas não vale pra mim! Ou... para os meus amigos tudo, para os meus inimigos a lei. Assim, nem todo protesto do mundo seria capaz de mudar as perspectivas políticas de um país. Enquanto o umbigo for a parte mais importante de seu universo, o mundo não vai mudar.
Reformas e revoluções não se fazem com máscaras. Aliás, todos os revolucionários tem os seus rostos conhecidos, não se furtaram a ideia de ser uma inspiração aos jovens, não temeram represálias, usaram as armas do carisma, de uma pauta bem definida, de conceitos ideológicos bem fundamentados, que poderiam gerar controvérsias, mas, tinham a credibilidade da face a mostra, as claras, destemidas, etc. Quer mudar o país não se esconda. Tem videos e frases de efeitos circulando na internet que não significam nada, primeiro pela falta de identidade e em seguida pela falta de profundidade política. Revolucionários sem face, que se escondem, não merecem a nossa credibilidade, não merece o nosso apoio.
Líderes de verdade não defendem a violência e não são intransigentes. Em uma democracia precisamos estar abertos ao diálogo, ao debate, a interlocução de ideias. Aliás, precisamos de uma liderança que, realmente, represente o povo. Afinal de contas democracia significa: Poder ao, para e pelo POVO. Esta, revolução precisa ser de mente, de consciência, de postura e não mais uma "farrinha" para jovens desordeiros se divertirem, pelo simples fato de entramos no que chamamos de anormose (política de fazer tudo aquilo que é normal, defendida pelo meu brilhante discente Victor Hugo)no populacho é um simples #modismo.
Só mobilizaremos um contingente maior de brasileiros para esta causa, se os mesmos sentirem-se seguros ao manifestar. Precisamos que todos os brasileiros lutem pela mesma causa. A violência afasta os trabalhadores, as famílias e as pessoas de bem. Repito. Temos problemas no Congresso? Evidentemente que sim, mas não é só lá. O judiciário precisa ser investigado. O funcionalismo público precisa ser investigado. O empresário precisa ser investigado. A nossa sociedade precisa ser investigada. Pois, somos contraventores culturais e, infelizmente, com uma naturalidade ímpar na arte de corromper e ser corrompido, principalmente, quando quando se analisa outras culturas, ou pelo menos fortalecemos em nossa Pátria Amada o espírito da impunidade, típicas de colônias de exploração, que tiveram suas riquezas ceifadas pelo olho gordo das metrópoles e grandes potências nos últimos 500 anos. É notório que que a corrupção não é uma perspectiva apenas nossa. Mas, como ouvi de um especialista na área de tributos: "A corrupção existe em todos os espaços onde há recolhimento de tributos, de impostos".
O que percebi nestes episódios é que Jovens do Brasil estão até mobilizados por uma causa justa, todavia, os atos de alguns e a falta de profundidade política da grande maioria os faz descer a ladeira da mediocridade e da ignorância. Assim, não se muda nem a nossa vida quiçá a vida de um POVO. Não vejo a participação popular, não vejo os movimentos sociais, não tem organismos, conselhos, sindicatos, associações, ou seja, não se percebe a participação efetiva do proletário. O povo, as classes mais pobres, não estão participando do processo, e as que participam, estão moldadas a voz de uma revolução de Classes A e B, que tem espaço para reivindicação, mas que não sofrem com parte considerável dos problemas sociais que nos aflige. Tais seres lutam por elementos que destoam de sua realidade diária, o que beira a hipocrisia. Ao final disso tudo, a corda vai estourar e roer com força pro lado mais fraco: os pobres e os inocentes. Enquanto os "estudantes de arquitetura" que destroem janelas de palácios, os "estudantes de ciências políticas" que não dialogam com as instituições republicanas, os "estudantes de sociologia" que são repressores e violentos. Os "estudantes de filosofia" que não são éticos, os "estudantes de Direito" que não entendem da Constituição, os "professores" que não tem uma postura minimamente educadora e incitam a desordem e a manifestação sem profundidade, os "estudantes de engenharia civil" contrários a Copa, mas que fazem estágio no Itaquerão, se remoem pois, não aceitam dividir seus espaços na universidade com os mais pobres, ou que seus empregados comprem nas mesmas lojas, etc. Ao final disso tudo atis seres colocaram suas nádegas numa poltrona da Américan Air Lines e passarão um tempo assistindo espetáculos de princesas da Disney na Flórida. E mais uma vez: #hipocrisia.
Não podemos permitir que a nossa causa se misture com a causa de um traficante, de bandido, de oportunistas, ou que o espaço sirva para os dois. Lutar não predispõe vitória, mas significa aprendizado e evolução. Já chamamos a atenção do mundo saindo às ruas... Agora já podemos sentar e apresentar, de forma coerente, as nossas necessidades, não as individuais, mas as coletivas... Justiça sempre, Corrupção nunca, sobretudo a nossa.
As cenas do próximo capítulo requerem nossa atenção e discernimento, principalmente o segundo elemento.
Finalizo com uma frase bem simples: Quando todos estivermos segurando as mãos, lutando pela mesma causa, quem apertará o gatilho??? Enviado a mim pelo amigo Diego Pires, creditado a um nobre que atendia pelo nome de BOB MARLEY.
terça-feira, maio 07, 2013
VITÓRIA DO BRASIL PARA O COMANDO DA OMC!!!
Senhores...
Esta é uma vitória da política externa promovida pelo senhor Luis Inácio Lula da Silva....
10 anos lutando contra o protecionismo aos americanos dentro da OMC.
Venceu uma luta direta contra o Mexicano apoiado pelos States. Mostra a força dos BRICS na política mundial e a qualidade da política externa brasileira, mesmo com alguns derrapes. A política Soft Power de personalidade brasileira nos eleva ao protagonismo. Parafraseando Chico Buarque de Holanda nas últimas eleições: " Deixamos de falar fino com os Estados Unidos e aliados e groso com os nossos vizinhos Colômbia e Bolívia."
Reportagem: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/05/brasileiro-roberto-azevedo-vence-mexicano-e-vai-comandar-omc.html
terça-feira, abril 30, 2013
MEIO AMBIENTE NO VESTIBULAR - 3º ANO - REDE ISAAC NEWTON
Durante estes últimos dias, não se falava em outra coisa. A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, ou Rio+20, dominou o noticiário e coloca o meio ambiente como tema praticamente certo nos vestibulares e Enem deste ano, segundo os professores ouvidos pelo GUIA. Mas o que é realmente a Rio+20 e como ela pode ser cobrada?
Vamos começar com o básico: a conferência, realizada de 13 a 22 de junho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro, é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). O objetivo é renovar o compromisso político mundial com o desenvolvimento sustentável. Para isso, foi feita uma avaliação do progresso na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas anteriores sobre o assunto e uma discussão sobre temas novos e emergentes.
Os dois temas principais discutidos ali foram a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. O resultado é o documento final de 49 páginas denominado “O Futuro Que Queremos” lançado nesta sexta-feira (22), último dia da Rio+20.
Pode cair no vestibular?
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, se reúne com representantes da Cúpula dos Povos e recebe documento preliminar com demandas das organizações da sociedade civil no evento paralelo à Rio+20. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Para o professor Paulo Roberto Moraes, supervisor de Geografia do Curso Anglo, “dificilmente vai haver alguma pergunta pedindo informações específicas sobre a Rio+20”. O que pode acontecer, ele acredita, é usarem a conferência como gancho para questões envolvendo o meio ambiente.
“Houve um jogo de forças poderoso entre países ricos e pobres ou emergentes e o documento resultante da conferência não foi o que se esperava – alguns consideram que foi um fracasso”, diz ele. O professor de biologia do Anglo, Armênio Uzunian, concorda: “As conclusões são decepcionantes, por enquanto temos apenas um protocolo.”
O documento “O Futuro Que Queremos” (já disponível para download no site da ONU em inglês, francês, espanhol, chinês e árabe) traz uma lista de promessas que visam uma “economia verde” para o futuro. Além disso, ele cita como principais ameaças ao planeta a desertificação, esgotamento dos recursos pesqueiros, contaminação, desmatamento, extinção de milhares de espécies e aquecimento global – este definido como “um dos principais desafios de nossos tempos”.
Outro desafio lembrado é o do aumento da população, que deve chegar a 9,5 bilhões de pessoas até 2050. Em uma reunião com as ONGs da Rio+20, Ban Ki-Moon afirmou: “Para 2030, precisamos de 50% mais alimentos, 45% mais energia e 30% mais água apenas para viver como vivemos hoje.”
Um problema apontado pelos críticos do documento, no entanto, é a falta de detalhes práticos de como os objetivos podem ser alcançados.
Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional, um dos 36 ativistas que se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, na sexta-feira para entregar um documento com críticas das ONGs ao documento, criticou o “fracasso” e a falta de ambição da conferência e disse que “o acordo final é abstrato e não corresponde à realidade”. E completou: “O que vemos aqui não é o mundo que queremos, é um mundo no qual as corporações poluidoras e aqueles que destroem o meio ambiente dominam”.
“Para os críticos do documento, ele nada mais é do que marketing verde, uma maquiagem em que você não mexe na estrutura da economia internacional – apenas lhe dá uma roupa ecológica”, explica o professor Moraes.
A força política da Rio+20 também foi questionada devido à ausência de líderes importantes, como o presidente norte-americano, Barack Obama, a chanceler alemã Angela Merkel e o britânico David Cameron.
Organizações não governamentais promoveram vários protestos durante a conferência e prometeram apresentar um balanço das discussões reivindicando, entre outros pontos, a ampliação de poderes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Temas para se dar atenção
Segundo os professores, esses conflitos de interesses podem cair no vestibular. A Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio+20 realizado no Aterro do Flamengo (também no Rio de Janeiro), contou com a participação de diversos setores da sociedade civil e movimentos sociais de vários países e trouxe discussões pertinentes sobre as causas da crise socioambiental e possíveis soluções práticas para ela. Vale ir atrás de artigos sobre isso.
Além do desenvolvimento sustentável com inclusão social, temas mais diretamente relacionados ao meio ambiente, é claro, também deverão ser muito valorizados nas provas – tanto de geografia e biologia quanto de física e química. “É bom se dar atenção para a discussão de medidas para a redução das emissões de gás carbônico, energia limpa, preservação de matas (incluindo a matas ciliares, que protegem os leitos dos rios) e de oceanos”, aponta o professor Armênio.
Os oceanos, aliás, receberam atenção especial na Rio+20. Enquanto a Eco-92 ficou conhecida como a “Cúpula da Terra”, a Rio+20 foi muitas vezes citada como a “Cúpula dos Mares”. O documento final aprovado pelos Chefes de Estado este ano traz como uma de suas metas a redução dos detritos marinhos, em especial plástico, até 2025. O desenvolvimento de uma rede global de áreas marinhas protegidas internacionais e a criação de mecanismos de governança global dos oceanos para preservar a biodiversidade e os recursos genéticos também estava em pauta.
A participação popular, no entanto, foi um marco importante da conferência. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho, afirmou: “Nós podemos dizer, hoje, que a Rio+20 é a maior conferência da história das Nações Unidas em termos de envolvimento popular. Este método de participação veio para ficar”. Além de poder participar votando em temas que deviam ser apresentadas aos Chefes de Estado e Governo, o público usou as redes sociais para mobilizações.
Militantes do movimento em prol do fim dos subsídios ao petróleo conseguiram mais de 100 mil tweets para a campanha #EndFossilFuelSubsidies, lançada pelas ONGs Priceofoil e Natural Resources Defense Council (NRDC) para exigir o fim dos subsídios à indústria do petróleo. “O resultado final superou todas as nossas expectativas. Os governos receberam uma mensagem clara de que é hora de acabar com esses subsídios”, disse à imprensa Jake Schmidt, diretor da NRDC.
Esse é um dos temas mais polêmicos na transição para uma economia verde: segundo a Agência Internacional de Energia, US$ 775 bilhões são gastos todo ano com subsídios à indústria do petróleo, valor 12 vezes maior que os investimentos para a implementação de energias limpas.
A dica dos professores é ler artigos e análises sobre esses temas. O site da Rio+20 traz bastante informação sobre tudo o que foi discutido por lá. E a Veja fez uma página especial sobre isso.
LEIA TAMBÉM:
Fonte: Guia do Estudante
Marcadores:
3º Ano,
Meio Ambiente,
Vestibulares
quinta-feira, abril 25, 2013
quarta-feira, abril 24, 2013
GEOLOGIA DO BRASIL - 2º ANO - REDE ISAAC NEWTON
Galerinha,
Boa Noite,
Segue o link para os slides sobre geologia do Brasil.
http://www.4shared.com/office/-oIa_T4Q/GEOLOGIA_DO_BRASIL_FINAL.html?
Qualquer dúvida estarei online e amanhã tentarei usar a twitcam!!!
Aquele Abraço!!!
Boa Noite,
Segue o link para os slides sobre geologia do Brasil.
http://www.4shared.com/office/-oIa_T4Q/GEOLOGIA_DO_BRASIL_FINAL.html?
Qualquer dúvida estarei online e amanhã tentarei usar a twitcam!!!
Aquele Abraço!!!
Marcadores:
2º ANO,
Aulas,
Geologia,
Geologia do Brasil
terça-feira, abril 23, 2013
Globalização Milton Santos - O mundo global visto do lado de cá. 8º ANO!!!
BOA NOITE SENHORES!!!
SEGUE O VÍDEO PARA ANÁLISE!!!
SEGUE O VÍDEO PARA ANÁLISE!!!
Marcadores:
8º ANO,
9º Ano,
Documentários,
Globalização,
Milton Santos
segunda-feira, abril 15, 2013
CRÔNICA DO DIA - ACONTECEU NA NOVA ZELÂNDIA!!!!!
CRÔNICA DO DIA - ACONTECEU NA
NOVA ZELÂNDIA!!!!!
por Flávio Bueno
Jura???
Todos os dias, passo em frente ao
Mané Garrincha e assevero aos meus botões, que nunca antes na estória dessa
cidade (ESTÓRIA MEMSO. Porque aqui as coisas só são compreendidas no campo do
folclore) essa obra ficaria pronta. E não era difícil imaginar o adiamento.
Culpa de São PEDRO? Do Tribunal de Contas do DF? Da Empresa que comanda a Obra?
DO GOVERNO? Não sei. Mas, tenho uma alternativa. TODOS, inclusive você cara
pálida. Sobretudo, do antigo governo que entregou o Estádio e as dívidas
públicas em verdadeiro caos. Não acredito que os senhores precisam ser
lembrados de alguns fatos???? É sério??? Então vamos lá. Os empréstimos feitos
ao Banco Mundial para a construção do VLT? (Aquele mesmo cuja obra está
abandonada entre o setor hospitalar e o setor policial sul) Está igual o Jaca
Paladium (Personagem da extinta TV COLOSSO): "Aconteceu na Nova Zelândia".
As garantias com os credores não foram cumpridas, o dinheiro para as obras
sumiu. Até cheque sem fundo a antiga gestão deu para fornecedores da obra do
Mané Garrincha (Me nego a chamar de Estádio Nacional). Pouco se fala nisso,
pelo simples fato de o brasileiro ter memória curta, principalmente, quando se
trata dos seus próprios interesses. Ora, numa facilidade monstruosa, são
esquecidos os valores, a ética, a honestidade, os bons modos, ou seja, o
discernimento entre o que é certo e errado, daquilo que é justo ou não. Da obra
superfaturada do Bezerrão e do fatídico certame, de orçamento duvidoso, com o
selecionado português, do Glorioso Galã de cemitério bizantino da propaganda da
Clear, Cristiano Ronaldo. Até ter um governador preso após ter sido deflagrado
um dos maiores esquemas de prostituição financeira da "estória" deste
país, tem uma considerável influencia neste engodo em que se transformou o período
pré-copa do Mundo em nossa cidade.
Não sou contrário a Copa. Longe
disso até. Minha família viveu, respirou e bebeu da fonte do futebol de
Brasília e me orgulho disso. Acho que a Capital Federal tem sim que ter um
Estádio a nível mundial, não pelo evento desportivo, mas por Brasília e pelos
brasilienses, por sermos a 6ª economia mundial, enfim, por “n” fatores. Acredito, ainda, que o futebol do DF, tende a
crescer e atrair mais investidores, e claro, oportunistas, lavagem de dinheiro,
etc. Queria muito que meu pai tivesse a oportunidade de ver esse Estádio e assistir
um acontecimento desse porte nos campos em que ele sempre defendeu, com muita
honra, o seu DOM. Mas, precisamos ter responsabilidade com o dinheiro público.
E o tal legado que a Copa deixará??? Não vi uma escola nova sendo construída. As
reformas dos hospitais são de fachada. O Transporte público de nossa cidade é
vergonhoso. Mesmo assim, por incrível que possa parecer, melhoramos. Mas, nem
de longe o suficiente para dar um atendimento digno a nossa população. Vivemos
um clima de intranquilidade em Brasília. A violência atinge índices alarmantes.
Mas, não podemos ser hipócritas de creditar isso somente a atual gestão, são
décadas de infortúnios governamentais, que acho que se Jesus Cristo viesse a
ser eleito governador do DF a coisa não emplacaria, e teria gente querendo crucifica-lo,
novamente, em plena Praça dos Três Poderes. E não me venham defender o
indefensável e nem com a afirmação torpe e cretina de que “roubou mais fazia”.
Porque nenhum deles sofreu do complexo de ROBIN HOOD para ser adorado por
mentes venenosas que justificam a depravação moral de nossa sociedade.
Não estou nem aí para as
exigências da FIFA... Estou sim, seriamente preocupado, é com o nosso dinheiro,
mal gasto em uma obra que não nos servirá pelo menos nos próximos dois anos.
Mesmo porque a senhora FIFA se acha no Direito até de se apoderar do nome do
Estádio, da vida da cidade, da SUA própria vida. Aliás, FIFA, de repente você
poderia modificar o nome das cidades para adequar as suas perspectivas e dos
turistas que nos visitarão. Quem sabe???? Envio-te até algumas sugestões: Brasland,
Pilot Plan City, Brasichester, BRA”Z”ÍLIA, Brasidon, Brasipool, BRAZ DC, BraZPARK,
ou quem sabe, dar-te-á um nome de uma dos seus patrocinadores: Visa City, COKE LAND,
Adidas DC. Ela acha que Mané Garrincha não é um nome de expressão e de fácil
entendimento para os chatos dos europeus que sairão daqui falando todas as
asneiras possíveis sobre o nosso país. Mas, o tal “Anjo das Pernas Tortas”,
ganhador de duas Copas do Mundo, sendo uma delas como protagonista, 1962.
Reconhecidamente, entre os 10 maiores nomes da história do futebol, não é um
nome que seria de fácil interpretação para o público que vem a um evento
futebolístico??? Não acredito. Qualquer cidadão com anencefalia, que viu duas
partidas de futebol, já viu ou ouviu dizer sobre as proezas do senhor nascido
em PAU GRANDE, distrito de MAGÉ, Município do Estado do Rio de Janeiro, Lorde Manuel
Francisco dos Santos, ou simplesmente MANÉ GARRINCHA. Mas, falamos do mundo
perfeito, aquele na qual eles são oriundos. Aliás, foi hoje nos E.U.A, 1º
Mundo, que aconteceu um ataque a bomba em uma das principais Maratonas do
Planeta, a Maratona de Boston??? 2 mortos e mais de 100 feridos??? Confirma
produção??? Alguém abre a boca para proibir evento esportivo na Terra do Tio
Sam? A Maratona de Nova Iorque, O Master Series, a NBA, a NFL, e todos os
grandes eventos esportivos dos Ianques foram impedidos de se realizar por conta
do perigo eminente de terrorismo. Agora, quando se fala do Brasil, aparece um
monte de francês, que nunca levantou um martelo para pregar um prego em uma
barra de sabão, para nos humilhar. Ah me faz um favor, está com medo de vir
para o país mais lindo do mundo. Fique onde está!!! LONGE. Estamos no fim do
Mundo, mas esse tipo de coisa não acontece aqui. É bem verdade que temos cuecas
cheias de dólares, pastor orando pela propina adquirida, mas terrorismo não. Temos
sim, um complexo de vira-lata que nos impede de olharmos com mais carinho e
responsabilidade para nosso país.
Entretanto, o assunto principal é
o término da obra do Estádio Nacional Mane Garrincha. Não quero nem de longe
fazer da Copa um problema para a nossa cidade. Mesmo porque, o problema pra mim
não é a COPA e, sim, a forma pelo qual o povo brasileiro exerce a sua democracia.
Acho que esquecemos o significado deste conceito, esquecemos que temos poder de
gerenciar nosso país. Somos acomodados e, infelizmente, essa é a maior e mais
absoluta verdade. Achamos que com o voto, nossos problemas terminam, bem como,
a nossa responsabilidade, e a verdade nua crua é: NÃO, A SUA RESPONSABILIDADE
SÓ AUMENTA. Até quando viveremos de fatos e lendas? Até quando esperar, a plebe
se ajoelhar, esperando a ajuda de Deus? O adiamento da entrega do “Mané” só
evidencia a nossa ingerência em criar, produzir e executar, com
responsabilidade, o que pode contribuir para o crescimento moral de nossa
sociedade. Não a COPA, pois essa não tem o efeito de transformar nosso povo. O
que precisamos mudar não são os Felicianos e Calheiros, esses já são de
formação defeituosa e nem todo recall
do universo seria capaz de mudar isso. O que precisamos é reconstruir o nosso
desejo de fazer a diferença em nosso próprio país. De ser protagonista das
nossas decisões. Não é simplesmente apagar a Copa do Mundo ou as Olimpíadas de
nosso calendário. É lutar para que estes cumpram a sua função primordial de colocar
o maior potencial desperdiçado do planeta (BRASIL) no lugar em que ela merece, o
de maior potencia social dentre os países do mundo. Para esse Brasil é que você
precisa lutar. Chega de viver o complexo de Pinóquio, pois afinal de contas, pois
você é o maior prejudicado. Quando menos você esperar o Estado não qual você faz
o favor de prevaricar, pode lhe faltar. Nesse momento meu nobre amigo lembre-se
do que você fez com o seu voto e com a vida de seus pares. Nem sempre focinho
de porco é tomada. Se omitir das causas públicas é o primeiro ato, na peça
intitulada “autodestruição”.
Att. Flávio Bueno
quinta-feira, abril 11, 2013
domingo, abril 07, 2013
Ninguém Regula a América - O RAPPA!!!
Meus caros,
Essa canção tem uma mensagem importante sobre o appel dos EUA na geopolítica internacional.
Essa canção tem uma mensagem importante sobre o appel dos EUA na geopolítica internacional.
Coreias - Truco, Meio-Pau... Será que é blefe????
Guardas da Coreia do Sul a postos em frente à fronteira com a Coreia do Norte. Foto: Chung Sung-Jun/Getty Images
Além da eleição do novo papa, assunto que ocupou as manchetes de jornais em todo o mundo e já foi tema de post por aqui há algumas semanas, a Coreia do Norte teve bastante destaque nos últimos dias.
No começo de fevereiro, o país confirmou seu terceiro teste nuclear e
disse que ele teve “maior nível” que os anteriores, feitos em 2006 e
2009. No mês anterior, o regime de Kim Jong-un já havia ameaçado
realizar esse teste como resposta à resolução tomada pelo Conselho de
Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que ampliou as sanções
ao país comunista como castigo pelo recente lançamento de um foguete de
longo alcance. A ação foi qualificada pelo governo norte-coreano como
uma medida prática para fazer frente às “hostilidades” dos Estados
Unidos, país que há alguns dias o líder norte-coreano chamou de “inimigo
jurado” (leia mais aqui).
A ONU classificou isso como uma “ameaça” e abriu a porta para novas
sanções. Além dessas, a União Europeia aplicou as suas, que incluem o
veto à exportação de certos componentes que possam ser utilizados na
fabricação de mísseis. Em resposta, a Coreia do Norte declarou o fim do cessar-fogo com a Coreia do Sul
(a guerra entre os dois países nunca acabou de vez) e esta, por sua
vez, iniciou exercícios militares conjuntos com os Estados Unidos.
Para completar, a ONU reiterou suas já conhecidas denúncias de que o
governo norte-coreano tem violado os direitos humanos da população e
pediu maiores investigações. Entre os abusos documentados estão a crise
alimentícia por causa das políticas de distribuição de alimentos
controladas pelo Estado, que provoca imensos níveis de desnutrição, a
restrição à entrada de assistência humanitária internacional, o uso da
tortura e penas cruéis impostas a quem for considerado hostil ou
contrário à ideologia oficial do governo. Em maio de 2011, a Anistia
Internacional divulgou imagens de satélite que mostram o crescimento dos
campos de prisioneiros políticos no país; a organização estima que lá
trabalhem 200 mil pessoas em condições de escravidão. (Dica: para ler
mais sobre isso – e treinar o inglês – veja este relatório da Anistia Internacional, que também apresentou acusações.).
Não se sabe o futuro das tensões na região e é bom ficar de olho no
noticiário. Mas, para entender bem o que está acontecendo, é preciso dar
uma olhada na história dos dois países. As informações a seguir foram
tiradas do Almanaque Abril (disponível aqui).
A divisão das Coreias
Segundo a lenda, no século anterior à Era Cristã, a atual península Coreana foi dividida em três reinos: Silla, Koguryo e Paekche. Nos séculos seguintes, o território foi disputado por chineses, mongóis, japoneses e russos. Em 1910, o Japão anexou a região e tentou suprimir a língua e a cultura coreanas. Na Segunda Guerra Mundial, milhares de coreanos foram levados para trabalhos forçados no país e em países sob seu domínio. Mas o Japão teve de se render em 1945, e a península Coreana foi dividida em duas zonas de ocupação pelos vencedores da guerra: uma norte-americana no sul, e outra soviética no norte, correspondendo ao antagonismo da Guerra Fria. Em 1948 são criados dois Estados: Coreia do Norte e Coreia do Sul.
Segundo a lenda, no século anterior à Era Cristã, a atual península Coreana foi dividida em três reinos: Silla, Koguryo e Paekche. Nos séculos seguintes, o território foi disputado por chineses, mongóis, japoneses e russos. Em 1910, o Japão anexou a região e tentou suprimir a língua e a cultura coreanas. Na Segunda Guerra Mundial, milhares de coreanos foram levados para trabalhos forçados no país e em países sob seu domínio. Mas o Japão teve de se render em 1945, e a península Coreana foi dividida em duas zonas de ocupação pelos vencedores da guerra: uma norte-americana no sul, e outra soviética no norte, correspondendo ao antagonismo da Guerra Fria. Em 1948 são criados dois Estados: Coreia do Norte e Coreia do Sul.
Em 1950, os norte-coreanos invadem o sul. A ONU envia tropas,
formadas principalmente por soldados norte-americanos, que contra-atacam
e ocupam a Coreia do Norte. A China entra na guerra e, em 1951,
conquista Seul, a capital sul-coreana. Nova ofensiva dos EUA empurra as
tropas chinesas e norte-coreanas de volta ao paralelo 38 – a linha que
separa as duas Coreias. Mais de 5 milhões de pessoas morrem em três anos
de guerra, sendo que pelo menos 2 milhões são civis. A trégua assinada
em 1953 cria uma zona desmilitarizada entre as duas Coreias, mas a
guerra nunca foi oficialmente terminada.
No fim dos anos 1990, as Coreias ensaiaram uma aproximação: a crise
econômica do Norte, cujo efeito mais dramático é a escassez de
alimentos, o torna dependente de ajuda humanitária do Sul. O avanço do
programa nuclear norte-coreano nos últimos anos, contudo, prejudica o
processo de paz. Os dois países chegam à beira de um conflito em 2010,
quando os norte-coreanos bombardeiam um navio e uma ilha da Coreia do
Sul. Isso deflagrou um dos mais graves atritos entre os dois países
desde o armistício de 1953.
Coreia do Norte: “Eixo do Mal”
Em 2002, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, incluiu a
Coreia do Norte, junto com Iraque e Irã, no grupo que chamou de “eixo do
mal” – uma lista de países que apoiam organizações terroristas ou
produzem armas de destruição em massa. No mesmo ano, a Coreia do Norte
inaugura uma zona industrial especial em Kaesong, onde empresas
sul-coreanas se instalam e empregam a mão de obra norte-coreana. A
instável relação entre os dois países, contudo, ameaça esse arranjo.
Pyongyang também passa a liberar a atuação de comércios privados
restritos.
Coreia do Sul: da ditadura à democracia
O Estado sul-coreano surgiu em maio de 1948, quando a zona ocupada
pelos Estados Unidos (EUA), na metade sul da península, se torna um país
independente sob a liderança do nacionalista Syngman Rhee. Em 1950, a
nova nação é invadida pela Coreia do Norte, dando início à Guerra da
Coreia, que dura até o armistício de 1953. Rhee permanece no poder até
1960, quando renuncia em meio a acusações de corrupção. Seu sucessor,
Chang Myon, é deposto em 1961, em um golpe militar chefiado pelo general
Park Chung Hee. Em 1972, após ser confirmado no cargo por eleições
consideradas fraudulentas, Park instaura uma ditadura militar.
A era Park, na qual o autoritarismo coexiste com a modernização
industrial, termina com seu assassinato, em 1979. Um mês depois, o
general Chun Doo-Hwan lidera um golpe militar. Novos protestos, em 1987,
obrigam Chun a convocar eleições diretas para a escolha de seu
sucessor. O candidato governista, Roh Tae Woo, vence e, em 1992, faz de
seu sucessor, Kim Young-Sam, o primeiro presidente civil depois de 30
anos. Em 1994, agrava-se a tensão com a Coreia do Norte, diante da
recusa do vizinho em permitir a inspeção internacional de seus reatores
nucleares. A crise é encerrada com um acordo promovido pelos EUA.
Veja também:
- Simulado: Treine seus conhecimentos sobre as Coreias
- Coréia: Guerra inacabada
- (Via Mundo Estranho) O que foi a Guerra da Coréia?
Fonte: Guia do Estudante
quarta-feira, março 20, 2013
Twitcam de Revisão - 3º ano - Geopolítica
TWITCAM COMPLETA!!!
LINK PARA AULA DE REVISÃO - TWITCAM - http://twitcam.com/e5n92
Acessem:
www.flavioebueno.blogspot.com
LINK PARA AULA DE REVISÃO - TWITCAM - http://twitcam.com/e5n92
Acessem:
www.flavioebueno.blogspot.com
Marcadores:
3º Ano,
Geopolítica,
Revisão,
Revisão 3º ANO,
Video Aulas,
Vídeos
terça-feira, março 19, 2013
Twitcam de revisão - 2º ANO - REDE ISAAC NEWTON
Assinar:
Postagens (Atom)